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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

PINDENSES, PROCUREM SEUS ABRIGOS,
UMA BOMBA VAI EXPLODIR NA CIDADE


Pindamonhangaba, cidade pujante.,tem que ser respeitada
Fiz muitos amigos em Pindamonhangaba.
Tanto que não gosto de chamar os pindamonhangabenses de "pindenses". Considero-me um amigo da cidade, onde trabalhei e fiz muitos amigos.

João Bosco Nogueira é meu maior amigo na Princesa do Norte, prefeito da cidade em dois mandatos e vice-prefeito em outro.

Fiz outros amigos queridos como os jornalistas Aércio Muassab e Altair Fernandes, o fotógrafo "Corvo" (Roberto Farias) e a turma da Tribuna do Norte, jornal que servi entre 2005 e 2008.

Por isso, fico chocado quando acabo de descobrir que o prefeito Isael Domingues tem em sua assessoria, no primeiro escalão, um inimigo de Pindamonhangaba.

Quem será?

VAMOS FAZER UM JORNAL METIDO A BESTA...

Camões Filho presta homenagem a Jorge Lemes, um dos maiores jornalistas do VP
CAMÕES FILHO*

Há 41 anos, direto do túnel do tempo, eu deixava o jornal A Tribuna de Taubaté, onde iniciara minha carreira pelas mãos dos saudosos jornalistas Djalma Castro e Dias Monteiro, para me transferir para o ValeParaibano, de São José dos Campos.

Fui para o velho VP a convite de outro saudoso jornalista, nosso mestre Bouéri Neto. Eu não queria deixar A Tribuna de jeito nenhum, jornal pelo qual tinha um carinho todo especial. O Bouéri apresentava pela Rádio Clube de São José o jornal da manhã, ao lado de outra colega que deixou saudade, o Lano Brito. Eu era o correspondente de Taubaté.

Todo dia, em off, o Bouéri – antes ou depois de minha participação – me cantava para me transferir para o VP. Como eu insistia em continuar na velha e aguerrida A Tribuna, ele lançou mão de uma tática que deu certo. Utilizou-se de um amigo em comum nosso, o José Luiz da Silva – excelente profissional e bom caráter, que é chamado com justiça de O Bom José.

O Zé Luiz me ligou durante o dia dizendo que precisava falar comigo com urgência. Marcamos um encontro em casa na noite daquele mesmo dia. E o Bom José foi direto e objetivo. Disse-me que me trazia um convite do Bouéri que eu não podia recusar de jeito algum, em nome de nossa amizade. Claro que o convite era para eu me transferir para o VP. Não tive como recusar e no dia seguinte já estava batendo ponto no ValeParaibano.

Chegar ao VP era o sonho de todo jornalista na década de 1970. O jornal tinha uma redação de responsa, como se dizia à época. Uma centena de profissionais brilhantes, algo inexistente hoje em dia até mesmo nos maiores jornais do país.

O Bouéri me acolheu como um paizão. Era meu chefe direto, como secretário de redação, o jornalista Jorge Lemes. Logo nos afeiçoamos pessoal e profissionalmente. O Jorge era uma figura. Lembro-me dele com seu entusiasmo quase juvenil, batendo os dedos de uma mão na palma de outra – seu gesto típico – e me dizendo: “Camões, vamos fazer um jornal metido a besta!

E por mais de dez anos fizemos mesmo um jornal metido a besta. Jorge Lemes, nascido em Taubaté, onde iniciara sua carreira na Rádio Difusora, cuidava do fechamento da editoria regional e tinha um carinho, uma atenção especial pelas minhas matérias, especialmente as reportagens especiais que preparávamos para as edições de domingo.

Faço essas reminiscências, pois nesta semana completa um ano que o Jorge Lemes nos deixou. No dia 15 de janeiro de 2016, Jorge Lemes partia aos 81 anos, após de uma vida bem vivida. Saudades de nossos longos papos nos botecos joseenses, após o expediente, quando falávamos de tudo e tudo praticamente se resumia a um só tema: jornal.

Lembro-me do Jorge comendo pão recheado com pimenta. Tomando uma caninha jogando-a diretamente na garganta. Tomando uma gelada e não deixando o garçom levar as garrafas vazias, que ele ia amontoando na mesa em forma de pirâmide. E, principalmente, recordo de nossa labuta na redação, as reuniões de pauta, as grandes reportagens produzidas por todos nós, sob a batuta do Jorge Lemes.

Ah, se pudesse voltar no tempo, amigo Jorge, para que a gente voltasse a fazer um jornal metido a besta.

*Camões Filho, jornalista, escritor e pedagogo, é diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

JUSTIÇA NEGA LIMINAR EM AÇÃO CONTRA REAJUSTE DO IPTU ACIMA DA INFLAÇÃO

Justiça nega liminar em ação proposta por Loreny antes de tomar posse

A vereadora Loreny (PPS) bem que tentou, mas não obteve da Vara da Fazenda Pública, em seu mandado de segurança, a liminar para impedir que o reajuste do IPTU deste ano ficasse acima da inflação, proposta pelo prefeito "descassado" no final do ano passado,


A inflação em 2016, medida pelo IBGE, foi de 6,29%, mais pela desaceleração da economia verificada no último semestre do ano passado do ue por medidas governamentais p\ara contê-la.

O prefeito "descassado", que tem uma propriedade imensa, cercada por um bambuzal espesso no Bonfim, não paga IPTU, embora sua "fazendola" esteja em área urbana desta terra de Monteiro Lobato.

Com a negativa da concessão da liminar pedida em ação de mandado de segurança pela vereadora Loreny, a Prefeitura deve mandar imprimir os carnês de IPTU antes de a justiça decidir a questão.

Por ora, os taubateanos estão "condenados" a pagar o IPTU acima da inflação verificada o ano passado.

O prefeito "descassado" aproveitou as especulações de que a inflação chegaria a 6,5% o ano passado e tascou logo 8,5%.

O que era para ser um reajuste 2% acima da inflação, agora será de 2,21%.

Está para você?

Abaixo, a decisão do juiz da Vara da Fazenda Pública negando a liminar pedida por Loreny, antes mesmo de tomar posse na Câmara municipal.


Vistos.Cuida-se de mandado de segurança visando a suspensão da eficácia de Decreto expedido pelo senhor Prefeito Municipal de Taubaté, em dezembro de 2016, pelo qual atualiza as "plantas genéricas de valores" para fins de lançamento do IPTU de 2017, com argumentos, em suma, de que o Decreto se baseou em índices superiores ao da inflação, considerando o oficial que deve ser seguido, IPCA, violando, assim, súmula do STF, de nº 160.O presente mandado de segurança foi impetrado no Plantão Judiciário da Comarca, no período de recesso, e pela decisão de folhas 21, o digno magistrado plantonista utilizou-se de argumentos da inexistência de periculum in mora para não conceder medida liminar, indo além, afirmando que a medida judicial não deveria tramitar em referido Plantão, motivando-o a não conhecer da ação, remetendo-a para o juízo natural, ao término do recesso (decisão de 05 de janeiro de 2017).Os autos foram distribuídos a esta Unidade e aqui os recepciono, digitalizando a ação e documentos apresentados.Anoto, porém, que a folha 21 consta como "documento 05", porém, na realidade, trata-se de decisão e a digna Serventia poderá corrigir esta anotação, evitando eventuais transtornos ou desencontros oportunamente. Providencie-se.E mais: A impetrante, Loreny Mayara Caetano Roberto, peticionou solicitando juntada de comprovação de recolhimento de custas e despesas processuais (fls. 23 e 26).Reserva-se este juízo na possibilidade de reexame oportuno da legitimação ativa na presente ação mandamental, isso porque a impetrante apresenta-se como pessoa física, declinando ser Vereadora e Professora, por&eac ute;m não demonstrou ser contribuinte de IPTU, o que poderá ensejar impossibilidade de exame da questão quanto a direito líquido e certo, o que se sustenta em mandado de segurança, quer repressivo, quer preventivo.Como afirmado na página 21, na r. decisão do magistrado plantonista, não se vê dano irreparável, porque não há demonstração de que o tributo seja exigível de imediato.Além disso, é de se perceber que o Decreto pode ter sido baixado com base em cálculo de inflação até então existente, antes de remessa de peça orçamentária para o legislativo e é necessário que se saiba, ainda, qual o exato critério utilizado pelo Município para majorar referido tributo, para atualização de "planta de valores", se houve realmente majoração equivocada ou não, com aplicação de índice inadequado.A verificação de ofensa ou não à súmula 160 do STF cuida-se de matéria de mérito e como tal será examinada, se ultrapassada eventual questão de ilegitimidade ativa, porquanto não especifica em seu pedido a impetrante se é a única beneficiária da decisão ou se a pretende com alcance erga omnes., o que poderia, em tese, ensejar outro tipo de demanda, não o mandado de segurança para fins coletivos. Sem demonstração inequívoca de periculum in mora, mesmo com possibilidade de fumus boni iuris, a medida liminar não pode ser deferida, até porque se a impetrante vier a pagar IPTU em valor excessivo, poderá reaver devolução do excesso administrativa ou judicialmente, em ação própria.Com isso, denego a medida liminar pleiteada, determinando a notificação da autoridade impetrada para que preste informações em dez dias.Cumpra, ainda, a digna Serventia, o artigo 7º, inciso II, da Lei 12.016/2009.Após, com ou sem informações da autoridade impetrada ou ingresso da Fazenda Pública do Município de Taubaté como assistente litisconsorcial da autoridade impetrada, ouça-se o Ministério Público e conclusos os autos para decisão.Intime-se.

domingo, 8 de janeiro de 2017

GUARÁ FILHO ESTREIA NESTA 2ª FEIRA
COMO "SÓCIO" DA REDE DIFUSORA

Guará Filho sorri, mas sua trajetória política é nebulosa e brevemente lhe dará dor de cabeça. Aguardem...
Guará Filho (PR) tem motivo de sobra para aparecer sorrindo gostosamente na foto. Afinal, "herdou" o Sindicato dos Servidores Municipais, escapou das intimações da CPI da Saúde, enganou a Polícia, se elegeu vereador e assume, nesta segunda-feira (09/01) o jornalismo da Rede Difusora.

Na prática, Guará Filho torna-se "sócio" da emissora fundada por seu Emílio Beringhs, que foi dirigida com competência pelo filho Emilinho até cair nas mãos dos netos.

O filho do Augusto Cesar Guará não comprou apenas o horário da sete da manhã da Rede Difusora, o horário nobre do rádio.

Guará Filho comprou todo o jornalismo da rádio por módicos R$ 10 mil (se é possível acreditar neste valor).

Só para que se tenha uma pequena  ideia, o ano passado Guará Filho pagava R$ 15 mil por mês para ocupar uma hora por dia na grade da Difusora AM.

Agora o vereador deverá pagar R$ 10 mil por mês para comandar o jornalismo da Difusora em AM e FM, teoricamente para um público maior uma vez aque será um programa em duas emissoras.

Mas não é só isso.

A partir esta segunda-feira, Guará Filho passa a comandar todo o jornalismo da Difusora, inclusive as transmissões externas.

O edil colocará todo o seu subsídio para pagar a Difusora pela compra que fez?

Só os ingênuos acreditarão que sim.

Agora façam as contas: o operador do horário das sete da manhã receberá o salário de Guará Filho, bem como os repórteres que estarão à disposição do novo apresentador do jornal da Rede Difusora.

Há a possibilidade de até duas viaturas, com o logotipo da emissora, circularem pelas ruas da cidade, tudo bancado pelo "sócio" do jornalismo da emissora.

Guará Filho não tem diploma de jornalismo, registro de radialista ou qualquer outro documento que o habilite profissionalmente para a função.

É um engodo radiojornalístico!

ALO ! ALO! MINISTÉRIO PÚBLICO, QUE TAL INVESTIGAR?

1) Guará Filho nunca pagou e nem deverá pagar a Difusora com cheque ou transferência bancária eletrônica. Isto impede o rastreamento do dinheiro pelo Banco Central. É crime, portanto!

2) Com o subsídio de vereador é impossível fazer frente a tanta despesa como os salários dos funcionários que serão contratados.

3) Não estaria o vereador lavando dinheiro por meio e sua empresa de intermediação de negócios, conforme matéria publicada neste blog o ano passado?

4) Acesse este link e saiba o que é a empresa de Guará Filho. O caso não é apenas de Ministério Público. Se quiserem,as autoridade da Receita Federal e do Ministério do Trabalho podem fazer suas investigações.

Nesse mato tem coelho!

sábado, 7 de janeiro de 2017

O FIM DA REDE DIFUSORA
COMEÇA COM GUARÁ FILHO

Quem tirou Pedro Luiz da Difusora foi sua dignidade e a indignidade dos diretores da emissora. Foto: André Guisard
Se ainda existia um pouco de jornalismo na Rede Difusora, ele acabou com a saída de Pedro Luiz Belisqui da emissora.

Foi uma saída traumática não apenas para o radialista e seus muitos amigos, políticos ou não, que participaram do último Jornal da Sete apresentado por Pedro Luiz na Rede Difusora.

Pedro Luiz deixa a emissora dos Beringhs com uma imensa folha de serviços prestados quer seja nas parte técnica, quer seja na parte artística, quer seja no jornalismo esportivo e no radiojornalismo que comandou brilhantemente nos último anos.

Pedro Luiz deixa a Rede Difusora pela sua dignidade.

Pedro Luiz soube que deixaria o comando do Jornal das Sete nos corredores da emissora.

Pedro Luiz foi na hora conversar com Marcelo Miranda sobre sua situação futura, pois acabara e ouvir de um funcionário que perderia seu posto no horário nobre do rádio, ou seja, às 7 horas da manhã.

A conversa dúbia com o diretor da Difusora, que jamais foi sincero ao comentar o futuro do radialista e seu papel na emissora, foi preocupante.

A empresa se negava a demiti-lo, para não pagar a multa contratual.

Por sua dignidade, construída em quase 40 anos de rádio, Pedro Luiz resolveu pedir demissão e cumpriu o aviso prévio de praxe.

Pedro Luiz deixa a Rede Difusora como o homem que sempre foi: digno, competente, trabalhador, honesto.

Já o diretores da Difusora, ao contrário de Pedro Luiz, que os conheceu ainda rapazotes, jamais poderão olhá-lo nos olhos.

O mesmo vale para Guará Filho.

Quando esta turma cruzar com Pedro Luiz nas ruas terá que abaixa  cabeça tal o peso da vergonha que carregam nas costas.

NR1 - Conversei com Pedro Luiz na tarde deste sábado (07/01). A tranquilidade e  sinceridade dede sempre transparece em sua voz.

NR2 - Pedro pediu demissão não porque Guará Filho comprou o jornalismo da Rede Difusora. O problema foi a venda do horário das sete da manhã.

NR3 - O jornalismo na Rede Difusora acabou, mas este assunto merece uma nova postagem.