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sexta-feira, 9 de junho de 2017

O SHOW DE HERMAN

Herman Benjamin não julga politicamente como seus pares. Infelizmente será voto vencido

Quem teve a oportunidade de acompanhar as quatro horas de leitura do voto do ministro Herman Benjamin, no processo que propõe a cassação da chapa Dilma-Temer, eleitos presidenta e vice-presidente da República em 2014, ficou surpreendido com a verve do ministro.

Herman Benjamin mostrou, uma a uma, as provas que deveriam levar a cassação da chapa eleita em 2014.

Deveriam, mas não levarão. Esta probabilidade não existe em um tribunal que decide politicamente, não sobre fatos ou provas existentes.

Os taubateanos que assistiram ao desempenho do ministro Herman Benjamin em agosto do ano passado, que levou à cassação do prefeito taubateano, “descassado” quando a composição do TSE mudou. (Esta é outra história)

É de Herman Benjamim, a frase lapidar sobre a atuação de Ortiz Junior nos subterrâneos da FDE: “Quem tira dinheiro da educação é capaz de qualquer coisa”.

Como em 2016, o voto de Herman Benjamin, brilhante em sua exposição e na divergência mantida com o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, não será vencedor.

Não esquecer que do outro lado, dos que julgam politicamente, está o ministro Napoleão Nunes, dono do voto que “descassou” Ortiz Junior.

Abaixo, texto do Promotor de Justiça Antonio Ozório, que teve brilhante atuação no juízo eleitoral a quo, levando à cassação de Ortiz Junior.

O Ministro Herman Benjamin é um velho conhecido. Por longos anos foi nosso colega de Ministério Público, em São Paulo. Temos muito orgulho dele, seja no campo da Ética ou do Direito. É um jurista bem acima do nível atual da maioria do TSE, ou seja, aqueles mesmos que farão 4 x 3.

De forma corajosa, aberta para todos os brasileiros, ele está demonstrando as provas do famoso processo e a politização do TSE. Está provando que pode haver dois pesos e duas medidas nas decisões, a depender do cliente ou da situação. Se é para ferrar, as provas valem (e muito!); se é para aliviar, lá vem as preliminares, a rigidez dos procedimentos e o garantismo de ocasião.

O TSE, um tribunal caríssimo, poderia aproveitar o momento histórico para mostrar ao povo brasileiro a sua importância e que pode ser um órgão pujante.

Ao que tudo indica, por uma opção política da maioria, ele vai continuar a ser o mais do mesmo.


Não é só o povo que precisa evoluir, para escolher bem os seus governantes; as nossas instituições republicanas ainda têm muito que avançar.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

METALÚRGICOS INICIAM CAMPANHA
PARA ELEGER NOVA DIRETORIA

Metalúrgicos vão às urnas para eleger novos diretores do Sindicato num momento histórico para a classe trabalhadora

Num momento em que as relações trabalhistas estão sendo esgarçadas pelo Congresso Nacional, ao mesmo tempo em que aposentadoria está sendo duramente atacada pelos bárbaros instalados no poder central, os metalúrgicos de Taubaté se preparam para eleger sua nova diretoria.

Este blog reproduz release recebido da oposição, sem maiores coment´zsrios.

“Metalúrgicos de Taubaté querem mudanças

O grupo Opinião Metalúrgica é a principal oposição na disputa pela diretoria do Sindicato em Taubaté

Os metalúrgicos de Taubaté estão cansados. Por toda a parte, no chão de fábrica, o comentário é um só: a total ausência do Sindicato dentro das fábricas. Os trabalhadores não estão vendo avanços, nem resultados. E isso causa uma sensação de impotência, como se todos estivessem jogados à própria sorte.

Chega! É urgente e necessária uma mudança na direção do Sindicato dos Metalúrgicos para que todos possam novamente ter um sindicato combativo, que represente de fato os trabalhadores. Está na hora de resgatar o respeito, a dignidade da classe e todas as conquistas que foram perdidas.

GRUPO ACEITOU O DESAFIO

Foi pensando nisso que um grupo de trabalhadores se juntou e, há dois anos, está discutindo a situação da categoria. Liderados por Claudião, da Volks, o grupo chamado Opinião Metalúrgica é composto por mais de 35 trabalhadores combativos e dispostos a arregaçar as mangas e trabalhar. O time conta com companheiros de várias fábricas de Taubaté.

Segundo Claudião, o objetivo do Opinião Metalúrgica é conseguir resolver todo esses problemas que vemos hoje no chão de fábrica, culpa da atual direção do Sindicato que divide a categoria, desorganiza a luta e, consequentemente, enfraquece a entidade sindical e despolitiza os trabalhadores.  “O modelo de Sindicato que defendemos é muito diferente. É aquele que inclui, informa, debate, constrói e faz a luta unificada. É aquele que sabe a força que tem na organização dos trabalhadores enquanto classe, para garantir aumento real de salário e uma PLR (Participação nos Lucros e Resultados) justa, após tanto trabalho duro”, explica Claudião.

Um Sindicato que firme acordos que defendam verdadeiramente o trabalhador e garantam estabilidade de emprego e a tranquilidade de ter uma vida planejada e organizada.

É com esses valores e princípios que o Opinião Metalúrgica tem contribuído com ações que trouxeram resultados imediatos aos trabalhadores, com atuações em defesas de saúde e segurança e confecção de informativos mensais para orientar, alertar, propor e organizar a luta dos metalúrgicos. Além disso, o grupo também tem se reunido com homens e mulheres nas fábricas para esclarecer vários temas, cláusulas dos acordos, pontos da legislação e direito dos trabalhadores.

ELEIÇÃO SINDICAL JÁ

É urgente e necessária uma eleição para que os trabalhadores possam novamente ter uma direção sindical unida. Por esse motivo, o grupo Opinião Metalúrgica luta para que a convocação do processo eleitoral do Sindicato seja realizada imediatamente, conforme já está previsto no estatuto da entidade, para que haja a renovação da próxima gestão.

HISTÓRICO

Claudião é líder da Oposição Metalúrgica e trabalha na Volks há 22 anos. No Ensino Médio foi ativista estudantil. Atuou na UNE e UBES. Também foi presidente do Diretório Central de Estudantes, da Unip. É ex-secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e ex-coordenador da CUT Vale do Paraíba. Foi da CIPA por quatro mandatos. Formado em Administração de Empresas, pela UNIP, Economia Sindical, pela Unicamp, e Comércio Exterior, também pela UNIP. Pós-graduado em Comunicação e Marketing Político, pela Unitau”.

terça-feira, 30 de maio de 2017

DESABAFO: SERVIDOR REVELA
PERSEGUIÇÃO E POLITICAGEM

Servidor revela bastidor da prefeitura: perseguição e politifagem
Deve haver centenas de servidores públicos descontentes com a forma como são tratados e perseguidos profissionalmente em seu trabalho, que npreferem engolir em seco os mau tratos para não perderem o emprego.

Há, no entanto, quem se insurja contra esta prática implantada por Bernardo Ortiz após se eleger prefeito em 1982 e assumir em 1983, a partir de quando os servidores municipais passaram a ser tratados sob vara.

É o caso, por exemplo, de Mateus Oliveira Soares, caso raro de servidor que tem a coragem de enfrentar e denunciar publicamente o que considera perseguição política ao seu trabalho

Abaixo, o texto do servidor público.

Boa tarde, conforme conversa pelo whatsapp. Segue minha história abaixo.

Meu nome é Mateus de Oliveira Soares, funcionários públicos de carreira, da prefeitura municipal de Taubaté, empossado em 22 de julho de 2.008, na função de escriturário. Ex coordenador da defesa civil e ex chefe de divisão da defesa do cidadão.

O fato aconteceu após a volta do prefeito Ortiz Jr a prefeitura. Quando o mesmo volta, volta o alto comando da secretaria de segurança, o secretário e os diretores.

Eu tinha um agravante, meu irmão tinha saído candidato a vereador pelo lado do Saud, no PTC. Diante disso, os mesmo quando chegaram já foram totalmente indiferentes.

Já que a política da atual gestão é prejudicar todos os que não estão alinhados a eles. E é claro que eu não sou filiado a nenhum partido político, e pretendendo nunca me filiar, mas tenho minha linhas de pensamento. Já que prezo pela liberdade, democracia, justiça social e progresso para o país e governo.

Então, com a volta deles eu comecei a ser prejudicado, o que eu estava fazendo era considerado errado, e tudo o que não estava na agenda do partido PTB do diretor Marcus Ortiz Querido era cancelado.

Chegou enfim o dia 24 de novembro de 2.016, cheguei no trabalho de manhã e recebi a mensagem de uma amiga minha me informando que eu estava exonerado do cargo e meu antigo assistente e amigo (Leandro Rosa) tinha ido para o meu lugar, assim eu ficando no lugar dele, e nada foi falado antes para mim, sendo que não houve nenhuma ética.

Porque essa troca? Essa troca se dá pelo fato de eu não me alinhar a eles e o meu ex amigo ser secretário particular do Marcus no partido PTB. O qual vem usando todos os meios possíveis da defesa civil para beneficiar o partido. Sendo que o mesmo estava na secretaria de segurança pública realizando esse trabalho. Mas estava ficando na cara que precisava de um lugar discreto para poder continuar a beneficiar o partido. Tudo isso sob ordens do sr Marcus (ex diretor da defesa civil e atual diretor de segurança).

Com essa ajuda do sr Leandro e o meu não alinhamento as politicagens impostas pela diretoria, eu fui trocado. E a partir desse momento a coordenadoria passou a ser política em vez de ser técnica. Já que não obedecia de fato o q a legislação fala e diz de como proceder.

Mais ou menos na segunda quinzena do mês de janeiro sou chamado na secretaria de segurança pública e sou informado que seria exonerado novamente da função de assistente técnico, pois a minha referência tinha que ser dado para a Sra Keila Rocha, já que a mesma é esposa de um assessor de um vereador na câmara, e os mesmo tinham que agradar a base da última campanha eleitoral, tudo isso falado pelo sr Marcus a portas fechadas comigo. Diante dos fatos o mesmo me informou que iria me dá a minha licença prêmio é depois ia me exonerar. Como de fato aconteceu. Isso podendo ser visto nas publicações da época.

Continuei na defesa civil por mais alguns dias. Mas tudo o que fazia o sr Leandro questionava. Falando que eu não estava fazendo as coisas certas, mas o problema nessa argumentação dele, é que fui eu que solicitei a transferência dele da GCM para a defesa civil em 2.012, é fui eu mesmo pessoalmente que ensinei o mesmo, como todos que estão lá até hoje. Comecei a desconfiar desses questionamentos dele. O mesmo retirou as minhas coisas pessoal (sic) que ainda tinham na sala da coordenação e colocou tudo espalhada na sala de aula, isso sendo retirado a noite sem a minha presença e de forma autoritária.

Percebendo que os mesmo estavam querendo me colocar um processo administrativo em mim por algum motivo (reclamação ou por alguma decisão arbitrária que eles poderiam me mandar a fazer que não corresponderia as ações da defesa civil, conforme legislação), já que é de costume na atual secretaria de segurança, solicitei a minha transferência para o corpo de bombeiros (02 de março de 2.017), para fugir de um processo administrativo que poderia ser criado por eles.

Fui e passei algum tempo lá os mesmo foram atrás de mim para tentar me oferecer o assistente técnico novamente e falando que não adiantaria eu lutar contra o sistema ( um verdadeiro cala boca) e falando que no qual eu iria perder caso continuasse com essa postura e de está no corpo de bombeiros. Nessa conversa estava o atual diretor da defesa civil, o sr Rildo, e o gerente de segurança, o sr Maciel, tudo a mando pelo sr Marcus, já que o mesmo não quer se expor ainda mais, para não agravar a situação para ele.

Como eu rejeitei os mesmos ficaram com raiva, e dentro de algumas semanas a secretaria de segurança me transfere para a secretaria de negócios jurídicos e tira os meus 30% de adicional de risco de vida ( o qual todo agente da defesa civil  e o corpo administrativo da secretaria recebe). O comandante do corpo de bombeiros de Taubaté, o capitão Cafalchio solicitou que eu fosse redirecionado para o bombeiro. E foi informado para mim que eu iria continuar no bombeiros, isso em conversa com a Sra Kézia e o corpo de bombeiros.

Diante da conversa que tive com os lacaios do Marcus que foram até mim, eu entrei em contato com o sr Júlio da Gazeta para contar a minha história ( entrei em contato com várias  fontes da mídia televisiva e impressa, mas nenhuma queria falar contra o atual governo, apenas o gazeta) e ele foi checar com a prefeitura, quando isso aconteceu a transferência de fato para o jurídico. Mesmo já tudo acertado com a minha permanência do corpo de bombeiros. Esse assunto foi debatido com os bombeiros e com a Sra Késia do jurídico (e com conhecimento do secretário jurídico, o dr Jean).

Sabendo que eu iria continuar no Corpo de bombeiros, a secretaria de segurança, manda um memorando impondo que eu vá me apresentar no jurídico sobre pena de abertura de processo administrativo, caso eu não fosse. Fui obrigado a ir (18 de maio de 2.017). Aí que está o problema, a minha transferência saiu em portaria no dia 02 de maio, retroagindo ao dia 18 de abril a minha transferência, assim a secretaria de segurança não tendo mais autorização para me importo a ir, apenas a secretaria jurídica.

No mesmo dia o corpo de bombeiros através de ofício e protocolado no mesmo dia, solicitou que eu fosse disponibilizado novamente para os bombeiros. Algo que não foi apreciado pelo secretário até agora. Sabendo que o mesmo está perpetuando a execução dessa perseguição.

Estou solicitando quase que diariamente para que eu seja novamente relocado para o Cb, conforme ofício do comandante do Cb. Mas até agora nada. A secretaria de negócios jurídicos até a presente data nunca tinha feito algum documento para que eu me apresentasse na secretaria e me retirasse do cb. Mas infelizmente eles perpetuam a perseguição.

E com isso tudo eu não recebi pagamento desde fevereiro. Já que a prefeitura não tomou até agora conhecimento do meu processo para que seja descontado os 30% do consignado e não quase tudo que recebo, sendo que foi aberto o processo em dezembro de 2.016, é até agora nenhum posicionamento.

A história contada está o mais breve possível.

Tenho os documentos de transferência, se o sr quiser, posso mandar TB.

Fico a inteira disposição do sr, caso o sr se interessa pela minha história.

Atenciosamente.”

sábado, 20 de maio de 2017

ADVOGADO QUE PEDIU HC PARA
DEFENDER TEMER É DE TAUBATÉ

HC em favor de Temer impetrado por advogado taubateano é negado pelo STF.

Do portal Brasil 247:

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta sexta-feira, 19, um habeas corpus impetrado pelo advogado Samuel José Orro Silva, que pedia a suspensão de um inquérito instaurado contra o presidente Michel Temer (PMDB) no qual ele é investigado por corrupção passiva, obstrução de justiça e participação em organização criminosa com base na delação da JBS.

Senta que lá vem história, diria o Barão de Passa Quatro.

Conheci Samuel José Orro Silva no Fórum Criminal de Taubaté.

O jovem advogado patrocinava a causa de um vereador contra este blogueiro.

Posso afirmar que ele foi correto comigo, mesmo defendendo a parte contrária.

Num determinado momento da audiência, quando não aceitei os termos da retratação que deveria publicar neste blog, Orro pediu autorização do juiz para conversar comigo separadamente.

Autorização dada, saímos da sala de audiência.

Na porta do gabinete do juiz, o jovem advogado alterou a última sentença da retratação, retirando impedimento para que eu jamais citasse o seu patrocinado em minhas matérias.

Feito o acordo, voltei para casa com o texto da retração a ser publicada e a responsabilidade de depositar meio salário mínimo na conta da Cúria Diocesana de Taubaté

Cumpri minha parte e o processo foi devidamente arquivado.

Não sei explicar e nem consigo entender porque  advogado taubateano impetrou habeas corpus no STF em favor de Temer.

Sabemos que em Taubaté há gente próxima de Temer e até mesmo íntima do futuro ex-presidente.

Se Orro fez o que fez por livre e espontânea vontade, pode ter sido por puro sendo de oportunismo.

Conseguiu visibilidade e os 15 minutos de fama vislumbrados pelo artista plástico americano Andy Wharol nos anos 1960, diante do avanço das comunicações.


AQUI, A ÍNTEGRA DO HC IMPETRADO PELO ADVOGADO TAUBATEANO SUGERINDO QUE O FUTURO EX-PRESIDENTE ESTÁ GAGÁ










quinta-feira, 18 de maio de 2017

FREIRE ENTREGA CARGO NO MINISTÉRIO.
POLLYANA ESTÁ VOLTANDO A TAUBATÉ

O ex-comunista Roberto Freire volta para a Câmara Federal. Pollyana volta para Taubsaté
A deputada Pollyana Gama está preparando as malas para voltar a Taubaté.
Roberto Freire acaba de renunciar ao cargo de ministro da Cultura do governo golpista de Temer.

Fora do governo, Freire reassume seu mandato na Câmara Federal. Era o quarto suplente e a Pollyana a quinta.

A renúncia de Freire pode ser uma estratégia política.


Quem me garante que Rodrigo Maia não sonha em assumir o lugar de Temer e prometeu uma “boquinha” para Freire em um novo ministério?

O deputado estadual Davi Zaia, que ocupa interinamente o cargo de presidente nacional do PPS, também volta para São Paulo, provavelmente em Taubaté..