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sexta-feira, 28 de abril de 2017

PAULO MOREIRA LEITE LANÇA LIVRO
EM TAUBATÉ NO PRÓXIMO DIA 9


O livro de Paulo Moreira Leite já é best seller. Venha participar de seu lançamento em Taubaté

O jornalista e escritor Paulo Moreira Leite estará em Taubaté no próximo dia 9 de maio para uma palestra e lançamento de seu livro “A outra história da Lava Jato”.

O encontro será na sede da Sociedade São Vicente de Paulo, no Largo do Rosário, a partir das 19 horas.

Aproveito a vinda do jornalista para compartilhar o artigo abaixo, publicado há poucos instantes em seu blog:


A julgar por todas as informações disponíveis, inclusive no Planalto, no final do dia  será possível ter uma dimensão exata dos efeitos da greve geral na evolução política do país.

Na madrugada de 28 de abril, quando publico estas linhas, já é possível reconhecer sinais importantes sobre a jornada de hoje, que anunciam o mais amplo esforço até aqui dos brasileiros e brasileiras para enfrentar o retrocesso político iniciado pela encenação parlamentar -- a expressão é de Joaquim Barbosa -- que afastou Dilma Rousseff e abriu as portas para o mais violento ataque a seus  direitos desde a unificação da Previdência Social e  da CLT, há mais de 70 anos.

(As oito e meia da manhã já era possível enxergar aquela que parece ser a maior greve de trabalhadores da história do Brasil. Em São Paulo, o transporte de ônibus, metrô e trem começou a ser paralisado desde a madrugada. Mas era possível saber que a greve ia além disso.  Várias categorias cruzaram os braços por conta própria, em pontos estratégicos da cidade. A maioria das fábricas do ABC ficou parada, inclusive Diadema. Mesmo operários de empresas que têm uma frota própria para transportar operários, como a GM de São de José dos Campos, não foram trabalhar. De vários pontos do país, chegavam notícias de um movimento unificado e amplo).

A ação unificada das organizações tradicionais do movimento operário – sindicatos e centrais sindicais – levar para a rua um protesto amplo e vigoroso, expressão da vontade da maioria da sociedade brasileira.

Sob sua inspiração, nos últimos dias o apoio à mobilização chegou a juventude esclarecida – em muitos casos  também endinheirada – das grandes escolas de São Paulo. Fez parte da conversa de babás que passeiam com crianças nos bairros chiques das grandes cidades e, mesmo escondida por jornais, a começar pela TV Globo, também foi assunto em ponto de ônibus e botequins.

A mesma energia já chegou as diversos periferias de um país imenso e desigual, num universo que se confunde com os vários tecidos desta nação, como expressa a mobilização de uma centena de bispos da Igreja Católica, ao lado de lideranças protestantes tradicionais, também engajadas no protesto.

Sem mostrar -- e todos sabemos por que isso aconteceu – a mesma disposição de luta quando se tratava de impedir o afastamento de Dilma, nos últimos dias colocou-se de pé uma população que só costuma cruzar os braços e ir para rua em momentos de virada da história.

O que se pretende, aqui e agora, é impedir o ataque a direitos da vida de cada um, há muito consolidados, que já fazem parte da memória das famílias, dos planos de futuro de filhos e netos, num país onde o bem-estar social é um embrião que precisa ser defendido e e aperfeiçoado e não destruído.

É daí que vem a resistência.

Quem não consegue enxergar o que se passa irá quebrar a cara, como já se viu pelo comportamento vergonhoso de autoridades que – Temer, Dória, ACMinho à frente – assumiram a fantasia de ditadorzinhos fora de época, admiradores tardios e incorrigíveis do obscurantismo e da repressão.

 A mobilização de uma aparato repressivo gigantesco, sem qualquer justificativa, em Brasília, apenas confirma o nível de irresponsabilidade política cultivado por um governo sem qualquer compromisso com a democracia e a liberdade de expressão, apenas com a defesa de privilégios e vantagens.

Numa demonstração de falta de compromisso real real com o destino da  maioria dos brasileiros e brasileiras, ameaçam punir uma própria população,  que paga seus vencimentos ergueu seus palácios, e não aceita ser destituída de direitos que sempre defendeu com unhas e dentes, e que só não foi consultada para falar o que pensa porque todos sabem muito bem o que iria dizer.

 Para empregar um termo que se tornou uma moda analítica, a greve geral mostra que o ciclo Michel Temer durou pouco, foi um desastre e  não deixará saudades.  Não tem legitimidade para prosseguir em seu radicalismo reacionário e intolerante. Considerando padrões mínimos de civilização e democracia, nenhum governo pode sobreviver a tamanha ruína. Rejeitado pela população,  seu projeto destrutivo de país deve ser paralisado imediatamente.

O debate que interessa, na conclusão obrigatório, de 28 de abril de 2017, consiste em abrir a porta para o país sair desse grande malogro e retornar a democracia, ao debate político democrático, através de eleições diretas. Esta é a obrigação de quem não perdeu a capacidade de olhar para o futuro. Já.

Não vamos ter dúvidas. Esta é a conversa a ser feita hoje -- antes e depois.

GREVE GERAL JÁ É UM SUCESSO!


Trabalhadores e trabalhadoras taubateanos se unem à greve geral contras o fim da CLT e da aposaenjtadoria
Independente do número de adesões que venha a ter, e do tempo chuvoso em Taubaté, a greve geral, pelo Brasil, já é um sucesso.

Neste momento (09h30), trabalhadores e trabalhadoras taubateanos estão se reunindo na Avenida do Povo, em frente à Câmara Municipal, de onde saem em marcha, passando pela Avenida Tiradentes, centro da cidade até chegar `-a Rodoviária Velha.

O tempo chuvoso não está intimidando os manifestantes taubateanos. Veja nas fotos (postadas pela ativista Kelly Alessandra|).

Início da movimntyação com a chegada d9os primeiros manifestantes


A primeira faixa estendidas para marcar a presença dos taubateanos na greve geral que paralisa o Brasil

pouco depois das 9 da manhã, os manifestantes começavam a chegar na Avenida do Povo

quinta-feira, 27 de abril de 2017

POLLYANA GAMA E EDUARDO CURY
VOTAM CONTRA TRABALHADORES

Pollyana escolheu seu lado: o os patrões
O projeto de lei do governo golpista de Michel Teme, que põe fim à CLT, ainda não foi definitivamente votado pela Câmara dos Deputados, mas deu um grande passo nesta quarta-feira (07/04) para a sua aprovação.

A deputada Pollyana Gama (PPS-Taubaté) e Eduardo Cury (PSDB - São José dos Campos) votaram a favor da reforma que sepulta a criação de Getúlio Vargas, em 1943, que protegia os trabalhadores.

O único voto contrário ao governo foi o do deputado Flavinho (PSB – Cachoeira Paulista)

Acompanhe aqui como foi a sessão:

55a. LEGISLATURA
TERCEIRA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA
SESSÃO EXTRAORDINÁRIA Nº 094 - 26/04/2017
Abertura da sessão: 26/04/2017 17:24
Encerramento da sessão: 26/04/2017 22:31
Proposição: PL Nº 6787/2016 - SUBEMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL - Nominal Eletrônica
Início da votação: 26/04/2017 21:56
Encerramento da votação: 26/04/2017 22:29
Presidiram a Votação:
Rodrigo Maia
Beto Mansur 
Resultado da votação
Sim:
296
Não:
177
Total da Votação:
473
Art. 17:
1
Total Quorum:
474

Presidente da Casa em exercício: 
Rodrigo Maia - DEM /RJ
Presidiram a Sessão: 
Rodrigo Maia - 17:24
 Beto Mansur - 20:04
 Rodrigo Maia - 20:16
 Beto Mansur - 21:58
 Rodrigo Maia - 21:59 
Orientação
PpPtnPTdoB:
Sim
PMDB:
Sim
PT:
Não
PSDB:
Sim
PR:
Sim
PSD:
Sim
PSB:
Não
DEM:
Sim
PtbProsPsl:
Sim
PRB:
Sim
PDT:
Não
Solidaried:
Não
PCdoB:
Não
PSC:
Sim
PPS:
Sim
PHS:
Liberado
PSOL:
Não
PV:
Sim
Repr.REDE:
Não
Repr.PEN:
Sim
Repr.PMB:
Não
Minoria:
Não
Maioria:
Sim
GOV.:
Sim

Veja aqui como foi a votação de todos os parlamentares.

E aqui a votação dos deputados paulistas
São Paulo (SP)
Adérmis Marini
PSDB

Sim
Alex Manente
PPS

Sim
Alexandre Leite
DEM

Sim
Ana Perugini
PT

Não
Andres Sanchez
PT

Não
Antonio Bulhões
PRB

Sim
Antonio Carlos Mendes Thame
PV

Sim
Arlindo Chinaglia
PT

Não
Arnaldo Faria de Sá
PTB
PtbProsPsl
Não
Baleia Rossi
PMDB

Sim
Beto Mansur
PRB

Sim
Bruna Furlan
PSDB

Sim
Capitão Augusto
PR

Sim
Carlos Sampaio
PSDB

Sim
Carlos Zarattini
PT

Não
Celso Russomanno
PRB

Sim
Dr. Sinval Malheiros
PTN
PpPtnPTdoB
Não
Eduardo Bolsonaro
PSC

Sim
Eduardo Cury
PSDB

Sim
Eli Corrêa Filho
DEM

Sim
Evandro Gussi
PV

Sim
Fausto Pinato
PP
PpPtnPTdoB
Sim
Flavinho
PSB

Não
Gilberto Nascimento
PSC

Sim
Goulart
PSD

Sim
Herculano Passos
PSD

Sim
Ivan Valente
PSOL

Não
Izaque Silva
PSDB

Sim
Jefferson Campos
PSD

Sim
João Paulo Papa
PSDB

Sim
Jorge Tadeu Mudalen
DEM

Sim
José Mentor
PT

Não
Keiko Ota
PSB

Não
Lobbe Neto
PSDB

Sim
Luiz Lauro Filho
PSB

Sim
Luiza Erundina
PSOL

Não
Major Olimpio
Solidaried

Não
Mara Gabrilli
PSDB

Sim
Marcelo Aguiar
DEM

Sim
Marcelo Squassoni
PRB

Sim
Marcio Alvino
PR

Sim
Miguel Haddad
PSDB

Sim
Miguel Lombardi
PR

Sim
Milton Monti
PR

Sim
Missionário José Olimpio
DEM

Sim
Nelson Marquezelli
PTB
PtbProsPsl
Sim
Nilto Tatto
PT

Não
Orlando Silva
PCdoB

Não
Paulo Maluf
PP
PpPtnPTdoB
Sim
Paulo Pereira da Silva
Solidaried

Não
Paulo Teixeira
PT

Não
Pollyana Gama
PPS

Sim
Pr. Marco Feliciano
PSC

Sim
Renata Abreu
PTN
PpPtnPTdoB
Sim
Ricardo Izar
PP
PpPtnPTdoB
Sim
Ricardo Tripoli
PSDB

Sim
Roberto Alves
PRB

Sim
Roberto de Lucena
PV

Não
Silvio Torres
PSDB

Sim
Tiririca
PR

Não
Valmir Prascidelli
PT

Não
Vanderlei Macris
PSDB

Sim
Vicente Candido
PT

Não
Vicentinho
PT

Não
Vinicius Carvalho
PRB

Sim
Vitor Lippi
PSDB

Sim
Walter Ihoshi
PSD

Sim