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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

HENRIQUE PERDE ELEIÇÃO E FICA MAGOADO COM PADRE AFONSO

MAGOADO
O vereador Henrique Nunes (PV), derrotado em sua campanha para deputado federal, sai das eleições magoado com seu partido. Em carta aberta aos eleitores de Taubaté e região, divulgada ontem, ele deixa clara sua mágoa com padre Afonso, reeleito deputado estadual pelo PV.


EXPURGADO
A falta de apoio à sua candidatura teria sido a principal causa da derrocada de Henrique Nunes nestas eleições. Ele disse que se sentiu expurgado do PV, mas que não pretende deixar o partido nem sonha ser candidato a prefeito nas eleições de 2012.


IRRITADO
Durante a apuração dos votos, enquanto participava de um programa na TV Câmara, o vereador Jeferson Campos (PV) demonstrava uma certa indignação com a falta de apoio ao colega Henrique Nunes. Disse que na primeira reunião do partido para avaliar esta eleição, vai pôr as cartas na mesa.


INDEPENDENTE
Henrique Nunes afirma que não teve apoio do prefeito Roberto Peixoto (PMDB) à sua candidatura e que não pertence ao grupo político do chefe do Executivo taubateano. Por isso, descarta a possibilidade de se candidatar em 2012 com o apoio de Peixoto.


PARLAMENTARES
Em compensação, o vereador disse que os vereadores devem escolher um nome para disputar as próximas eleições municipais. Ele citou, entre os vereadores que poderão ser escolhidos, Mário Ortiz (DEM), que já foi prefeito de Taubaté, e Graça (PSB), dona de 24 mil votos nas eleições deste ano.


SEXUALIDADE
Passou batido nas eleições e teve pouca repercussão, mas foi sancionada, em Taubaté, a lei 4.400, de autoria do vereador Chico Saad (PMDB), que proíbe o uso de pulseiras coloridas nas escolas públicas municipais e particulares, bem como sua comercialização na cidade. Essas pulseirinhas identificam a preferência sexual do usuário.


ESTAGIÁRIOS
Pressionar faz parte da vida parlamentar em qualquer casa legislativa. Bastou os estagiários do Marlene Miranda exercerem o direito de pressionar os vereadores para que eles voltassem atrás e autorizassem a Prefeitura a abrir crédito suplementar de R$ 1,4 milhão para fazer o pagamento. O projeto havia sido engavetado, mas os vereadores “resolveram” incluir o mesmo na pauta da sessão do dia 29. E estamos conversados...


MAOMÉ
O vereador Jeferson Campos (PV) apresentou a proposta e ela foi aprovada em primeira discussão. A Câmara Municipal deverá ter terá sessões extraordinárias nos bairros. Uma por semestre, diga-se. Não faltaram discursos a favor da idéia. Orestes Vanone (PSDB) disse que já havia apresentado a idéia tempos atrás. O vereador Digão (PMDB), por sua vez, disse que isso representa um avanço democrático. Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé.


INSALUBRIDADE
A Universidade de Taubaté – Unitau, deverá pagar adicionais de periculosidade ou insalubridade para pedreiros, eletricistas e outros funcionários da autarquia. O anúncio foi feito pelo vereador Orestes Vanone (PSDB).


CIÊNCIA
Continuam abertas até o próximo dia 10 (domingo), as inscrições para os interessados em apresentar trabalhos científicos no 15º Encontro de Iniciação Científica, na 11ª Mostra de Pós-graduação e 5º Seminário de Extensão, que serão realizados entre 18 e 22 de outubro. Mais informações pelo www.unitaupgrad.com.br ou pelos telefones (12) 3632-2947 e 3625-4143.

OBSERVADORES
Um leitor envia email criticando as entrevistas dos candidatos da cidade que foram derrotados nas urnas domingo passado. Ele critica principalmente o chororô sobre a falta de recursos para a campanha. Ele pergunta: “Por que entraram? Somente agora descobriram o óbvio?”. Respostas com os senhores candidatos.


PREVISÃO
O mesmo leitor prevê Padre Afonso (PV) está fortalecido, bem como Bernardo Ortiz Junior (PSDB). Na opinião do leitor, “é preciso aguardar a posição de Mário Ortiz (DEM)”, sob pena do PMDB e outros partidos serem meros figurantes nas próximas eleições.


PRESSÃO
O vereador Jeferson Campos (PV) está tiririca (desculpem o trocadilho infame) com a pressão da Prefeitura sobre a Câmara Municipal. Segundo ele, vereadores estão sendo retaliados por terem aprovado a CEI da Acert, que apontou superfaturamento de R$ 3 milhões na compra de remédios.


DESCULPA
Outro motivo seria a aprovação do remanejamento de 2% do orçamento municipal. “O papel da Câmara é fiscalizar”, argumenta , lembrando que a votação do pagamento dos estagiários, que entrou em pauta por pressão da Prefeitura, serviu apenas para os estagiários pensarem que a Câmara não queria votar o projeto.