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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

SÃO PAULO COMEMORA 457 ANOS

A capital paulista comemorou terça-feira (25), 457 anos. Postei um artigo sobre a data porque gosto muito de São Paulo. Cometi um equívoco ao chamar de Belas Artes o cinema onde Mazzaropi lançava seus filmes, no que fui prontamente corrigido pelo vereador Mário Ortiz (DEM), a quem agradeço.

SOCORRO
O Cine Belas Artes, me informou o vereador, ficava na esquina da Paulista com a Consolação. Peço deculpa aos leitores pela minha falha. Após 45 anos, não lembro mais o nome do cinema escolhido por Mazzaropi para o lançamento de seus filmes, sempre com as presenças de Celly e Tony Campello. Só lembro que o cinema ficava na São João, bem em frente ao Paiçandu.

GOOGLE
Graças ao Google, durante conversa por telefone com um amigo, quando falava sobre o assunto, ele acessou o buscador e encontrou. O cinema em questão é o Art-Palácio. Ali, Mazzaropi fazia a “avant premier” de seus filmes, sempre no dia 25 de janeiro.

COBIÇADO
Já que citei o vereador Mário Ortiz (DEM) acima, é bom lembrar que ele é um nome dos mais cobiçados para apoiar um dos candidatos a prefeito de Taubaté na sucessão do prefeito Roberto Peixoto (PMDB). Certa vez, ele admitiu num programa da TV Câmara que poderia apoiar o deputado Padre Afonso (PV).

DINAMISMO
Ainda estávamos no começo de 2010 quando Mário Ortiz fez esta declaração. Depois disso, o padre Afonso (PV) foi reeleito para o seu terceiro mandato na Assembléia Legislativa, Bernardo Ortiz (PSDB) teve a sentença condenatória prolatada em Taubaté confirmada pelo STJ (Superior Tribunal der Justiça) e Bernardo Ortiz Junior obteve mais de 30 mil votos em Taubaté em sua campanha para deputado estadual. Hoje, está no gabinete do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

APROXIMAÇÃO
O que se comenta é que Mário Ortiz pode acompanhar o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, caso este opte pelo PMDB. Se isto realmente acontecer, ele ficaria mais próximo do prefeito Roberto Peixoto e, portanto, do candidato deste à sucessão municipal. Como se vê, muita água ainda vai passar debaixo dessa ponte.

ESVERDEANDO
Fonte próxima ao deputado Padre Afonso (PV) garante que Mário Ortiz (DEM) deve apoiar o padre em sua candidatura a prefeito de Taubaté. Será que o vereador Henrique Nunes (PV) está por trás dessa negociação?

ENSAIO
O JC publicou que o secretário de Saúde de Taubaté, Pedro Henrique, pode ser candidato a vice-prefeito nas eleições municipais do ano que vem. Outro nome que tem surgido nos bastidores é o do vereador Carlos Peixoto (PMDB), que poderia ser candidato a vice-prefeito de Henrique Nunes (PV).

RÁDIO
Pelo sim pelo não, Carlos Peixoto deve comandar um programa matutino na Rádio Cultura, na qual trabalhava antes de se eleger vereador pela primeira vez. Só não se sabe se ele vai concorrer com o vereador Alexandre Villela (PMDB), que tem programa matutino da Rádio Metropolitana.

IGREJA
Uma coisa é certa. Sendo ou não candidato a vice-prefeito, o apoio da igreja a Carlos Peixoto se confirma com sua vola à emissora católica.

DEMISSIONÁRIO
O ex-prefeito José Bernardo Ortiz (PSDB) teria pedido demissão do cargo de presidente da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), para o qual foi nomeado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). A manutenção da condenação de Ortiz  pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) seria a causa, mas a desculpa é outra: Ortiz não estaria disposto a dividir o bolo de R$ 2,5 bilhões que ficaria sob sua administação com outro nome indicado pelo governador Geraldo Alckmin .

FICHA SUJA
É bom deixar claro que Ortiz foi condenado por improbidade administrativa (lei 8249/92). Não tem nada a ver com sua propalada honestidade. Ele feriu a constituição (art. 37) ao contratar funcionários sem o devido concurso público. Por estar inelegível, na boca do povo Ortiz ele é ficha suja. E estamos conversados.

PENA
Ortiz continua recorrendo, mas a sentença inicial, em 1ª instância, que o condenou a três anos de inelegibilidade, foi aumentada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) para cinco anos. A multa aplicada pela Justiça de Taubaté, de pagamento de doze salários, referente ao seu último salário como prefeito, foi aumentado pelo STJ para vinte salários.