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sábado, 26 de fevereiro de 2011

MP E TC RECEBEM ESTUDO DE POLLYANA SOBRE DEFASAGEM SALARIAL

MINISTÉRIO PÚBLICO
A vereadora Pollyana Gama (PPS) entregou sexta-feira (25/02) ao Ministério Público o estudo feito por sua assessoria sobre a defasagem salarial a que foram submetidos os funcionários públicos municipais desde que foi instituída a Lei de Responsabilidade Fiscal, no ano 2000.

TRIBUNAL DE CONTAS
O levantamento feito e os gráficos apresentados na reunião do dia 23/02 serão encaminhados também ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, pois se trata de um caso de flagrante desrespeito à lei.

SEM REVISÃO
Conforme estabelece a Lei Orgânica Municipal, a revisão salarial deve ser feita em maio. Porém, nos últimos dois anos (2009 e 2010) não houve revisão. No acumulado dos últimos dez anos, a perda do funcionalismo público municipal chega a 22,75%. Os números são da própria Prefeitura.

MÁ VONTADE
O jornal O Vale, por má vontade do repórter que fez a matéria sobre a reunião de quarta-feira (23/02) na Câmara Municipal, divulgou que a defasagem salarial dos servidores taubateanos é de 11,5%. Cláudio Souza não quis ouvir a explicação de Benedito Machado, assessor da vereadora Pollyana Gama, sobre a tabela e “concluiu” que a perda é de 11,5%.

ERRO CRASSO
Todas as emissoras de rádio aonde chega O Vale, usam as informações contidas no jornal para fazer seus próprios comentários ou informar os ouvintes sobre algum fato novo. Foi o que aconteceu com o Jornal da Rede, da Difusora. Ao passar para os ouvintes que a perda salarial dos funcionários chegava a 11,5%%, por crer no noticiário d’O Vale, cometeu um erro crasso.

ESTÃO PERDOADOS
Falhas todos cometem. O jornalismo produzido pela Difusora é de boa qualidade, com muitas informações locais. O ouvinte mais atento vai perceber que eles não se pautam pelo O Vale, o que é bastante positivo. Os repórteres Rogério Veloso, Tiago Martins e Bruno Lemes, sob o comando do radialista Pedro Luiz, tem feito um bom trabalho jornalístico em Taubaté. Por isso estão perdoados pelos ouvintes.

CORREÇÃO NECESSÁRIA
Veja como são as coisas. A Difusora foi levada a erro por culpa d’O Vale. Eu estou levando os leitores a interpretar erradamente a informação sobre a revisão salarial dos servidores municipais. Meu texto não ficou claro o suficiente para os leitores entenderem as limitações impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

 
COMO FUNCIONA
As prefeituras podem gastar o máximo de 54% de suas receitas com salário de funcionários. O limite prudencial é 51,3%. Por exemplo: se arrecadar R$ 100 mil, ela pode gastar até R$ 51,3 mil com a folha de pagamento. Este é o limite prudencial, quando a luz amarela começa a piscar.


CASO TAUBATEANO
Em Taubaté, a folha de pagamento do servidor público está no limite legal. O prefeito Roberto Peixoto (PMDB) não poderá revisar o salário dos servidores para recompor a perda salarial de 22,75% verificada nos últimos dez anos. Se fizer isso, estoura os 54%. O reajuste que vem por aí será bem pequenininho, algo em torno dos 5%, senão a administração inteira vai parar na JK.


NOVOS GLADIADORES
O artigo sobre OS NOVOS GLADIADORES continua suscitando comentários, a maioria favorável, sobre os vereadores citados, mas ha questionamentos. Um leitor indaga por que os “gladiadores” votaram o Plano Diretor sem audiência pública, como manda a lei. Outro sugere que eles terão que fazer alianças para sobreviverem politicamente, mas todos são elogiados.

RECORDAR É VIVER
Como estamos no fim de semana, gostaria que os amigos internauta vissem o trabalho feito pelo blog Pinda Limpa, que não existia na época, sobre as pesquisas feitas para a eleição presidencial do ano passado. Veja a cara de espanto dos tucanos José Serra e Geraldo Alckmin após a divulgação de mais uma pesquisa eleitoral.