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quinta-feira, 30 de junho de 2011

BLOG IMPARCIAL NÃO É BLOG

A propalada “imparcialidade” jornalística é uma falácia. Este blog é parcial. Existem blogs “sujos” e blogs “limpinhos e cheirosinhos”, dependendo do ponto de vista de quem critica. Não me obrigo a ouvir “o outro lado” para continuar sendo um blog e não um portal noticioso.

COMPROMISSO
Este blog tem compromisso com a moralidade no trato da coisa pública. Como blogueiro independente, as opiniões emitidas aqui são as minhas opiniões e não necessariamente de quem as lê. No máximo elas podem coincidir.

COMENTÁRIO
No final de cada postagem há espaço para comentário dos leitores. A opinião é livre e o objetivo é fazer os leitores debaterem/criticarem os assuntos que postamos. Aqui não há censura, mesmo que venha assinado como “anônimo”. Só não publico comentário que trate da vida íntima de quem quer que seja.

EXPLICAÇÃO
Senti-me tentado a dar estas explicações porque somos imperfeitos e não escrevemos de forma a impedir que haja mais de uma interpretação sobre os textos publicados. Não praticamos ciências exatas.

INVOLUNTÁRIO
Quando escrevi que o vereador Ary Filho pode ter seu nome colocado involuntariamente no decreto de prisão do (ex?) prefeito Roberto Peixoto quis dizer exatamente isso: involuntário.

DECISÃO
O desembargador Mairan Maia, do Tribunal Regional Federal de São Paulo (3ª região) ao redigir sua decisão sobre o pedido de prisão e de busca e apreensão feitos pela Polícia Federal pode ter colocado o nome do vereador equivocadamente, involuntariamente, ou o nome que se dê a isso, na primeira página do documento.

RELEITURA
Diante da dúvida suscitada por alguns leitores sobre a inclusão do nome de Ary Filho somente na primeira página do documento, reli (pela terceira vez) a decisão do desembargador Mairan Maia e não encontrei o nome do vereador em outra página – o documento possui 24 páginas.

LIBERTAÇÃO
A libertação do (ex?) prefeito Roberto Peixoto, dona Luciana Peichoto (com CH) do xilindró da Polícia Federal foi do desembargador Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça.

REVISTA
Ao contrário do que noticiamos aqui, a casa do secretário de Saúde de Taubaté, Pedro Henrique Silveira, não foi revistada, embora este fosse um dos comentários que circularam na cidade no dia da prisão de Peixoto. O nome de Pedro Henrique não consta do documento emitido pelo Tribunal Regional Federal de São Paulo.

QUALIFICAÇÃO
A Polícia Federal não logrou êxito na busca e apreensão que faria no apartamento de Elói Barbosa. O investigador de Polícia, que foi presidente da Comissão de Licitação da Prefeitura sem ter qualificação para o cargo, não estaria mais morando em Taubaté. Encontra-se em local incerto e não sabido.

PROPRIEDADE
A “visita” da Polícia Federal ao gabinete/sala de Sônia Bettin na Prefeitura, e em sua residência no Condomínio Villa Verde consta da decisão do Tribunal Regional Federal. A residência em questão seria propriedade do vereador Ary Filho, o que justificaria a inclusão de seu nome na primeira página do decreto, sem nenhuma outra menção.

DENÚNCIA
Comentava-se no dia da prisão de Peixoto que um veículo foi visto na noite anterior na residência de Sônia Bettin, de onde documentos teriam sido retirados e transportados para outros locais. Não há comprovação deste fato.

REPUBLICAÇÃO
Um atento leitor me chama a atenção para a FALTA da página 13 na publicação anterior e a REPETIÇÃO da página 24. Agradeço e republico abaixo o documento na íntegra, com a faltante página 13.