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segunda-feira, 20 de junho de 2011

A FARSA DE PEIXOTO SERÁ DESMONTADA

A farsa de Peixoto começa a ser desmontada nesta terça-feira (21/06), a partir das 14h, com o início da perícia da compra emergencial de remédios auditada pela empresa de contabilidade Assessoria e Consultoria Empresarial - ACE, que constatou superfaturamento de 72,7%. 

O perito que analisará os documentos produzidos pela ACE tem dez dias de prazo para concluir seu trabalho, ou seja, 30 de junho de 2011, quinta-feira.

A partir desta data, a Comissão Processante passa a ouvir as testemunha, de acusação e de defesa, com a presença dos advogados de Peixoto, que também inquirirão as mesmas.

O depoimento de Pedro Henrique será um dos mais aguardados, principalmente depois que o ex-deputado Ary Kara, presidente do PMDB de Taubaté, fez acusações gravíssimas a ele em programa da Rádio Difusora.

Além de chamá-lo de “merda”, Ary Kara disse que sabia por que Pedro Henrique não se demitia do cargo de secretário da Saúde de Taubaté.

A denúncia, partindo de Ary Kara, deveria ser investigada pelo Ministério Público o mais rápido possível.

O promotor José Carlos Sampaio, que vem realizando um competente trabalho de investigação das falcatruas municipais, bem que poderia chamar Ary Kara para uma conversa e aprofundar seu trabalho.

SUPERFATURAMENTO
Os taubateanos tomarão conhecimento que uma das compras emergenciais de medicamentos feitas pela Prefeitura deu prejuízo de exatos R$ 3.111.502,19 para este município, por que o superfaturamento foi de 72,7%.

DESCARAMENTO 
Em um dos contratos para a compra de medicamentos e material médico, hospitalar e odontológico que a ACERT administraria, estava previsto o valor de R$ 7.391.422,67, mas a Prefeitura comprou R$ 612.572,80, ou seja, apenas 8,29% do total previsto.

DIFERENÇA 
A auditoria, assinada por Eduardo Frederico da Silva, conclui que poderia haver economia de R$ 3.111.502,19 se a compra tivesse se realizado na modalidade pregão, como em qualquer órgão público sério.

MAMBEMBE 
O ator de circo mambembe só disse asneira. O canastrão não informou a platéia, na Câmara Municipal, que em 12 de dezembro de 2008 já havia sido feita uma compra para a ACERT administrar, três dias antes de ela ser contratada pela Prefeitura sem licitação.

COMPRA 
Em 8 de janeiro de 2009 foi feita outra compra emergencial. A ACERT, devidamente contratada por R$ 275 mil mensais, ou seja, exatos R$ 201 mil a mais que a Home Care, não tinha nenhuma estrutura administrativa, como aponta um relatório preliminar elaborado por uma comissão de sindicância nomeada pelo prefeito Roberto Peixoto.

DATAS 
Por que é importante sabermos as datas e de como se sucederam a contratação da ACERT e as compras emergenciais? Simples: Machado não era funcionário da Prefeitura quando as compras foram feitas.

FUMAÇA
Tudo o que Peixoto fez foi jogar fumaça nos olhos dos taubateanos. O prefeito blefou. Tentou macular a Comissão Processante com um palavrório ridículo e ineficaz. O desmonte da farsa “peixotiana” começa nos próximos dias.