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quinta-feira, 16 de junho de 2011

PREFEITO CANASTRÃO, MERECE CASSAÇÃO

A corja de mafiosos encastelada no Palácio do Bom Conselho sabe o destino de Peixoto quando ele for julgado pela Câmara Municipal por improbidade administrativa. Sabem  também que perderão seus polpudos salários pela vassalagem que prestam ao alcaide canastrão e incompetente.

O circo armado na sessão de terça-feira (07/06) na Câmara Municipal está com a lona em frangalhos. Quem foi ao circo, certamente se divertiu com o palhaço que lá se apresentou e não percebeu que a lona é rota.

Manchete do jornal Bom Dia resume palhaçada de Peixoto
Como em todo circo, o palhaço é o dono da festa.

A tentativa da defesa de Peixoto de desestabilizar a Comissão Processante não deu resultado.

Peixoto, ao fazer acusação vil contra Benedito Machado, jogou uma bola de ferro para cima e não saiu debaixo. A bola cairá em sua própria cabeça.

Tudo que ele conseguiu foi legitimar o testemunho de Benedito Machado, que estava quieto assessorando a vereadora Pollyana Gama, a quem presta serviço desde dezembro do ano passado.

Mentiroso e loquaz, Peixoto vai ter que se explicar. O falador não falou o que os cidadãos taubateanos querem saber. Exemplos não faltam.

Por que a ACERT mudou de última hora seu objetivo social como empresa para vencer a licitação de 15 de dezembro de 2008? Machado não trabalhava na Prefeitura.

Peixoto precisa explicar por que as três primeiras notas fiscais emitidas pela ACERT foram para a sua prestação de contas da campanha política de 2008?

As notas fiscais têm os nºs 0001 (05 de agosto de 2008), no valor de mil reais; 0002 (05 de setembro de 2008), também de mil reais; e 0003 (22 de outubro de 2008), no valor de R$ 6.160,00. Esta última paga com cheque.

A loquacidade do boquirroto prefeito taubateano colocou uma interrogação na cabeça de quem assistiu, in loco ou pela TV, o falastrão assacar contra pessoas idôneas, de caráter ilibado.

Por que Peixoto não falou que foi feita uma compra emergencial de R$ 1,3 milhão em medicamentos no dia 5 de janeiro de 2009 para abastecer a farmácia municipal, quando Machado não trabalhava na Prefeitura?

Machado tem o último prego para o caixão de Peixoto
Por que ele omitiu que Benedito Machado passou a ser seu funcionário somente dia 26 de janeiro de 2009, vinte e quatro dias após a compra emergencial dos medicamentos e quarenta e um dias depois que a ACERT havia sido contratada para substituir a Home Care?

Por que Peixoto tergiversou sobre estes dados tão importantes?

Durante sua verborragia, Peixoto não explicou por que a Prefeitura gastou R$ 3.111.502,19 a mais na compra de medicamentos, quando poderia ter feito pregão e economizado essa dinheirama.

O verborrágico alcaide, em sua manifestação, não disse por que deixava as prateleiras da farmácia municipal vazia, mesmo recebendo alertas constantes de Machado para que fosse realizado pregão, como manda a lei.

Cansado de pregar no deserto, pois a cabeça de Peixoto é um deserto de idéias e boas intenções, Machado demitiu-se da Prefeitura em 10 de setembro de 2009.

Foi trabalhar em São Paulo, após oito meses de trabalho frustrante na Prefeitura, quando deu muito murro em ponta de faca.

Retornou a Taubaté em dezembro do ano passado, para trabalhar com a vereadora Pollyana Gama.

Peixoto não disse uma palavra que merecesse crédito. Por trás da máscara de bom moço que tentou mostrar, o alcaide provou ser irascível.

As palavras de Peixoto expeliam ódio. Ele não estava calmo como disse tantas vezes. Invocou o nome de Deus em vão.

Grandiloquente, Peixoto encerrou sua pantomina com uma frase de efeito e de braços abertos, como se estivesse para ser crucificado:

“Estou aqui, façam de mim o que quiserem!”.

Como, no momento, jogo no time de Barrabás, QUERO SUA CABEÇA, ROBERTO PEIXOTO.