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quarta-feira, 22 de junho de 2011

PRESSÃO DOS AMIGOS DE PEIXOTO SOBRE POLLYANA É COVARDIA COM TAUBATÉ

Vereadores da base aliada de Roberto Peixoto colocam em dúvida a permanência da vereadora Pollyana Gama (PPS) na presidência da Comissão Processante, que investiga possível crime de improbidade administrativa que teria sido cometido pelo prefeito Roberto Peixoto, que está preso desde ontem (21/06) na Polícia Federal. 

O jornal O Vale trouxe matéria sobre o posicionamento dos vereadores da base aliada do prefeito. Um ato de covardia e de oportunismo político de vereadores que naõ assumem compromisso com a moralidade pública de Taubaté, mesmo com todos os desmandos administrativos que ocorrem na cidade.

Digão, Pollyana e Graça comandam sessão pública da Comissão Processante
Rodson Lima (PP) fala em renunciar à secretaria da CP caso Pollyana permaneça no cargo. Vereador, prepare a carta de renúncia e aproveite a sessão ordinária desta quarta-feira (22/06) para entregá-la. Não creio que o senhor fará falta às investigações.

Henrique Nunes (PV) está perdendo a oportunidade de se reconciliar com os eleitores taubateanos. O posicionamento dúbio do vereador confunde as pessoas. Henrique Nunes não será perdoado se mudar de lado com uma desculpa esfarrapada, depois de afirmar que a pressão popular estava grande demais.

Chico Saad, este sim, é amigo de verdade. Amigo de verdade de Roberto Peixoto. Ele amplia a mentira de Peixoto ao dizer que Bendito Machado trabalhou na prefeitura em 2008 e 2009.

A desfaçatez deste vereador chega a ser irritante. Ele sabe muito bem como foi a contratação da ACERT, em dezembro de 2008, quando Machado não era funcionário da Prefeitura.

Os jovens jornalistas que cobrem a Câmara Municipal precisam atentar para as datas. Sei que não é fácil apurar e redigir duas ou três matérias por dia. O deadline é cruel com os repórteres das sucursais.

Há casos que é preciso apurar com acuidade, para não cometer injustiça. O caso Machado ilustra bem o que quero dizer. Ele foi gerente do Departamento de Saúde da Prefeitura entre 26 de janeiro de 2009 e 10 de setembro de 2009.

Pediu exoneração da Prefeitura e foi trabalhar em São Paulo. Não estava em Taubaté quando foi instalada a CEI da ACERT. Retornou em dezembro do ano passado para trabalhar com a vereadora Pollyana.

Será que Chico Saad participou das negociações para a contratação da ACERT? Por que a defesa insana de um prefeito que mais cedo ou mais tarde será desmascarado pela Polícia Federal? Preso, Carlos Anderson vai delatar a dupla Peixoto & “Peichoto” (não errei, revisão, a senhora Peichoto é com CH). O castelo de areia de Chico Saad vai ruir.

Não tenho procuração de Machado, Pollyana ou Digão para defendê-los. Porém, este blog é parcial, isto mesmo, parcial porque aqui não há espaço para jogo de palavras ou mentira. Não apóio embromação.

Critico-os democraticamente. Vocês têm todo o direito de discordarem de mim e mandarem comentários em suas defesas, mesmo como anônimos, que eu os publicarei sem rebater seus argumentos.

Critiquem minha parcialidade. Fiquem à vontade, mas não esqueçam que a população está de olho em vocês. Não adianta tergiversar ou jogar com as palavras. Vamos cobrá-los agora e nas urnas em 2012.

Portanto, não adianta pressionar a vereadora Pollyana. Ela está na comissão processante escolhida por sorteio público, bem como os vereador Digão e Rodson, tudo conforme o decreto-lei 201/67.

Vou me juntar às manifestações que li na edição de terça-feira d’O Vale e pedir: fique Pollyana, fique Digão. Vocês tirarão Taubaté do lodaçal em que nos encontramos.