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quarta-feira, 27 de julho de 2011

DISCO DA DEFESA DE PEIXOTO ESTÁ RISCADO: “A CULPA É DO MACHADO”, FOI A CANTILENA

A defesa de Peixoto escolheu a estrofe para livrar a cara do prefeito “cadeieiro”: a culpa é do Machado, a culpa é do Machado, a culpa é do Machado... parecia disco riscado.

ARGUMENTO
Falta à defesa do prefeito canastrão argumentos minimamente sérios para serem levados em consideração pelos vereadores, alguns dos quais estão louquinhos para “pipocar” no dia 15 de agosto e rejeitar a cassação do ex-preso da Polícia Federal.

SERENIDADE
Benedito Machado, ex-gerente administrativo do Departamento de Saúde da Prefeitura, foi o primeiro depoente. Sereno, Machado não se intimidou com as perguntas do advogado Erich Castilhos, da defesa, que tentou, à sua maneira, incriminá-lo pelas compras emergenciais de medicamentos pela Prefeitura.
Machado mostra à defesa de Peixoto um dos documentos que assinou, que era da sua obrigação fazer

REQUISIÇÃO
Machado respondeu ao questionamento da defesa do prefeito canastrão e afirmou, várias vezes, que assinou requisições de compra de medicamentos pois era uma de suas obrigações.

FRACASSO
A tentativa fracassada da defesa de incriminar Machado pode ser constata pelos depoimentos das testemunhas arroladas por ela. Sandra Regina da Silva, David Palmeira Lopes e Daniel Matias Bueno, por exemplo, confirmaram o depoimento de Machado.

MORTES
Médica Rita de Cássia Bittar
O depoimento da médica Rita de Cássia Bittar, funcionária de carreira da Prefeitura e ex-diretora municipal de Saúde, foi forte. Disse que no período mais grave da falta de remédios em Taubaté, no começo de 2009, houve muita dificuldade e que o número de mortes no Pronto Socorro Municipal foi superior à média normal para Taubaté.

SUPERFATURAMENTO
O ex-vereador Joffre Neto, que depôs na qualidade de informante, apresentou as contas do superfaturamento na compra de medicamentos pela Prefeitura. Os advogados do prefeito “cadeieiro” não fizeram nenhuma pergunta ao depoente. Fingiram-se de mortos.

VOLTA
O assunto é palpitante e prometo aos amigos que nesta quinta-feira (28/07) volto a comentar os depoimentos, especialmente os do médico Pedro Henrique Silveira, secretário de Saúde; e de arquiteto Carlos Eugênio Monteclaro César, secretário municipal de Turismo e Cultura.



Joffre Neto fez um depoimento contundente, apresentou provas de superfaturamento e a defesa de  Peixoto medrou: não lhe fez nenhuma pergunta