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sexta-feira, 8 de julho de 2011

PREFEITO CANASTRÃO E QUADRILHA TERÃO VIDA CURTA NO PALÁCIO DO BOM CONSELHO

O magnífico trabalho de investigação que fez o promotor público José Carlos Sampaio, do Ministério Público de Taubaté, a partir do relatório da CEI da ACERT, presidida pelo vereador Mário Ortiz (DEM), é mais que suficiente para meter (desculpem o cacófato) o prefeito canastrão e sua quadrilha na cadeia.

QUADRILHA
Conforme a ação civil pública assinada pelo promotor de Justiça José Carlos Sampaio, a quadrilha é encabeçada pelo (ex?) prefeito Roberto Peixoto e pela primeira-dama Luciana Peixoto, além do médico Pedro Henrique Silveira, Fernando Gigli (autor da delação premiada) e Carlos Anderson dos Santos.

POMBINHOS
Peixoto e Luciana Peichoto (com CH), “intimaram” Fábio Pereira e Renato Pereira Júnior, sócios-proprietários da Home Care, que faliria em 2008, a pagar propina de 10% ao casal de pombinhos.

ROBUSTA
A ação civil pública proposta pelo promotor de justiça José Carlos Sampaio é robusta o bastante para desfazer qualquer tese de defesa do prefeito canastrão, que já tentou três vezes derrubar a vereadora Pollyana Gama da Omissão Processante.

SIMULADOR
O boquirroto prefeito taubateano pretendeu simular probidade e determinou a instauração de comissão de sindicância para apurar as denúncias que se faziam então: que Carlos Anderson comprava remédios por preços acima dos de mercado.

CRIMINOSOS
O promotor José Carlos Sampaio acusa Peixoto & Peichoto (com CH), Pedro Henrique Silveira, Carlos Anderson e outros de “estabelecerem uma típica organização criminosa”, associando-se em quadrilha para “cometer crimes, mediante fraudes em licitações, processos de dispensa de licitação e contratos administrativos, majorando as despesas da municipalidade e propiciando que o excesso fosse rateado em forma de propina”.

GARANTIA
O Ministério Público sugere que o pedido liminar pedido, especialmente a indisponibilidade dos bens da quadrilha, é para garantir a recomposição do prejuízo sofrido pela cidade.

AÇÃO CIVIL PÚBLICA

O documento é longo, mas reproduzo porque ele é importante para todos os taubateanos saberem que a Comissão Processante está cumprindo com a sua obrigação conforme mandamento do Decreto-lei 201/67.

O laudo pericial do contador Eduardo não prejudica a investigação feita pela CEI da ACERT nem da Comissão Processante que deve propor a cassação do prefeito canastrão pelos indícios de enriquecimento ilícito.