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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

37 MOTIVOS PARA CASSAR O CANASTRÃO

Recebo de um amigo email contendo 37 motivos para os vereadores cassarem o (ainda) prefeito Roberto Peixoto, que envergonha nacionalmente Taubaté, como se parvos fôssemos. Que os vereadores conscientes votem a cassação do prefeito cadeieiro. Os que estão em dúvida, ainda há tempo para mudar.

Excelentíssimos Senhores(as) Vereadores(as) de Taubaté

Vossas Excelências não devem ser injustos com o governo Roberto Peixoto, os governantes devem ser lembrados não por um episódio isolado mas sim pelo conjunto de sua obra. Ponderem bem os seus votos, a lista abaixo, poderá ajudar:

1. Mais de 30 processos de contratações dados como ilegais ou irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado – TCE. Resultando em mais de 4.000 UFESP em multas.
2. Contas anuais de 2005 rejeitadas pelo TCE e pela Câmara de Vereadores (2006 e 2007 indo pelo mesmo caminho).
3. Licitação dirigida para compra de máquinas de asfaltar. (lá bem no início do 1º mandato)
4. Publicação e pagamento para terceiros do livro Taubaté – cidade educação, cultura e ciência, com plágio comprovado, redigido por funcionários públicos e contendo propaganda pessoal.
5. Sistema apostilado caríssimo, com erros crassos, e recusa em usar dos livros gratuitos fornecidos pelo governo federal.
6. Perda da verba para reforma do cine Metrópole.
7. Perda do Laboratório Médico de Especialidades –AME.
8. O sistema de câmeras de tv para a segurança pública no centro da cidade, que não funcionavam e até hoje não funcionam.
9. Quebra de sucessivos recordes de casos de dengue e mortes.
10. Interdição do aterro sanitário (lixão) até hoje sem solução e caos na coleta de lixo.
11. Construção de calçada da casa do Diretor de Obras por empreiteira contratada para serviço público.
12. O Plano Diretor fajuto.
13. As compras superfaturadas e o desvio de combustíveis e de peças de veículos na Secretaria de Obras.
14. O preço astronômico da ponte do Jaraguá, feita com dispensa de licitação.
15. O abandono do patrimônio histórico, especialmente da Vila Santo Aleixo, da Igreja do pilar e da Igreja do Rosário.
16. O não repasse de verba aprovada pelos vereadores para ajudar o Hospital Universitário.
17. A doação de terrenos para compra de votos.
18. A doação de bolsas de estudos para a compra de votos.
19. A alteração ilegal do zoneamento para favorecer empreendimento imobiliário de empresa doadora da campanha.
20. A agressão a jornalista no lixão.
21. A queima de documentos e de apostilas.
22. A entrega de casas populares inacabadas e malfeitas.
23. As doações de terrenos mal explicadas, especialmente os casos do novo shopping e do autódromo.
24. As inúmeras contratações irregulares de trabalhadores temporários, com condenação pelo TCE.
25. O cabide de emprego para cabos eleitorais na prefeitura com pagamento via Recibo de Pagamento de Autônomo – RPA.
26. A impossibilidade de dar aumento real de salário por anos sucessivos para os servidores porque sempre a folha de pagamento sempre focou no limite ou acima do permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
27. Proibição da redução da tarifa de transporte coletivo pelo TCTAU. (isso foi cômico)
28. Acordo milionário de quitação débito trabalhista entre a prefeitura e seu Diretor de Administração.
29. Nepotismo, nepotismo e nepotismo, vários. Esposa e genro vão e voltam.
30. A novela da reforma da cadeia da JK.
31. A ampliação de banca de revista e floricultura na Santa Terezinha sem alvará.
32. O pagamento de despesas do carnaval em dinheiro vivo que não deu entrada no caixa da prefeitura.
33. A falsificação dos controles da merenda escolar e os contratos fraudulentos com a SISTAL e depois com a EB.
34. O uso de carro oficial por ocupantes de cargos de confiança para serviços particulares, como levar e trazer filhos à escola.
35. O uso da AMETRA para serviços particulares.
36. As falcatruas da Home Care.
37. As compras estranhíssimas na tal Carolino ME, que vendia de tudo e não tinha sede e nem depósito. Os ovos de ouro e os “erros de digitação”
38 ...............

E, para concluir, embora tenha mais coisas que poderiam entrar nessa lista, tem o caso da ACERT, do contrato emergencial de gerenciamento da distribuição de medicamentos, com fraude comprovada, documentada e testemunhada, com relatório pela cassação do Prefeito aprovado, cumprindo todos os requisitos formais legais que será votado nessa sexta-feira 12 de agosto.

Esse é o caso em julgamento, mas o voto deverá avaliar, política re eticamente, o conjunto da obra.

Respeitosamente

Eleitor e cidadão