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sábado, 6 de agosto de 2011

PEDRO HENRIQUE ERA O HOMEM ENCARREGADO DE FISCALIZAR A ACERT; ELE E O PREFEITO CANASTRÃO PREVARICARAM

O secretário municipal de Saúde de Taubaté, médico Pedro Henrique Silveira, prevaricou ao não fiscalizar a ACERT, serviço para o qual fora nomeado pelo (ainda) prefeito Roberto Peixoto que, por sua vez, prevaricou ao não tomar providência contra seu subalterno. Ambos deixaram de cumprir dever de ofício.

PUNIÇÃO
Secretário Municipal de Saúde, Pedro Henrique Silveira
O prefeito canastrão, depois que uma sindicância interna brilhantemente conduzida pela advogada Sorayne Cristina Guimarães de Campos apontou uma série de irregularidades no contrato com a empresa urdida nos porões do Palácio do Bom Conselho, ao invés de punir o responsável pela fiscalização do contrato, o médico Pedro Henrique Silveira, afastou a advogada do caso, revoltando os funcionários municipais.

MAL-INTENCIONADO
O contrato foi assinado no dia 15 de dezembro de 2008 e mesmo assim o prefeito boquirroto e mal intencionado insiste em inculpar Benedito Machado. Seus advogados (caríssimos) defendem a tese que “a culpa é do Machado”, como se a repetição da mentira (como ensinou Goebbels aos nazistas) fosse capaz de sanar a omissão do prefeito canastrão.

JANEIRO
Quando foi trabalhar na Prefeitura em janeiro de 2009, mais de um mês, portanto, após a assinatura do contrato com a ACERT, para gerenciar administrativamente o Departamento de Saúde, Machado viu de perto o caos no qual se encontrava a farmácia municipal e a falta de medicamentos incontrolável no setor de saúde da Prefeitura.

ESTRATÉGIA
A mídia local fez ampla cobertura à época. Os jornais denunciavam a falta de medicamentos e as mortes no pronto-socorro municipal. A médica Rita de Cássia Bittar, que substituiu seu colega Pedro Henrique Silveira na diretoria do Departamento de Saúde, que se afastou estrategicamente do cargo, enfrentou com denodo a espinhosa missão.

BANDIDOS
Mal sabiam a médica e o gerente administrativo que foram enredados em uma armadilha armada por uma quadrilha, como bem definiu o promotor de Justiça José Carlos Sampaio, instalada no gabinete do prefeito canastrão, com ramificações em vários departamentos da Prefeitura. Rita Bittar e Benedito Machado foram traídos em sua boa-fé. Não sabiam que lidavam com uma quadrilha, pois não são bandidos.

CONTRATO
Abaixo, reproduzo cópia do contrato da Prefeitura com a ACERT. Note que na última página do contrato, o médico Pedro Henrique Silveira é indicado pelo prefeito canastrão para fiscalizar a ACERT. Ele não fiscalizou e seu chefe canastrão se omitiu. Ambos prevaricaram: o diretor de saúde em seu dever de fiscalizar a empresa contratada e o prefeito por não cobrar fiscalização.