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terça-feira, 6 de setembro de 2011

CANASTRÃO NÃO QUIS RECEBER TERÇO DAS MÃOS DO BISPO, QUERIA A METADE

Conta a lenda que o prefeito de uma cidade do Vale do Paraíba foi a pé à Aparecida pagar promessa. O bispo da cidade ficou comovido com o gesto do político e lhe ofertou um terço. Ele recusou, alegando que só aceitaria se fosse a metade... kkkkkkk
LUTO
Neste dia 7 de Setembro, há pelo menos um grupo se preparando para protestar contra a impunidade que grassa em Taubaté. Eles prometem assistir ao desfile cívico trajando pelo menos uma peça de roupa preta.

INDIGNAÇÃO
Será um protesto silencioso e pacífico, para mostrar a indignação que tomou conta dos taubateano após seis vereadores (Ary Kara José Filho, Chico Saad, Henrique Nunes, Luizinho da Farmácia, Maria Teresa Paolicchi e Rodson Lima) decidirem que não cassariam o preeito canastrão.

GAZETEIRO
O amigo Carlos Karnas me manda uma observação interessante: Peixoto é gazeteiro. Ele vadiou, junto com seus asseclas para, em romaria, agradecer a proteção dos céus para continuar praticando atos de corrupção e sua manutenção na chefia da quadrilha denunciada pelo Ministério Público.

DEMISSÃO
Fosse uma empresa normal, o gesto do prefeito canastrão estaria sujeito à demissão. Ou seja, Taubaté foi lesada novamente, pois Peixoto e seus asseclas faltaram ao serviço em dia normal de trabalho, sem justificativa.

CONCURSO
O Instituto Tiradentes, com sede em Viçosa-MG, está realizando pesquisa para avaliar o desempenho dos vereadores das cidades paulistas. A votação termina no próximo dia 10 de setembro. Acesse o sítio www.institutotiradentes.com.br e participe. Ainda há tempo. Os mais citados serão condecorados com a Medalha Imperador Dom Pedro II em uma solenidade de premiação, precedida de um simpósio em São Paulo entre os dias 21 e 22 de Outubro de 2011.

SABESP
Ninguém é contra a Sabesp só por ser contra a Sabesp. Somos contra a maneira escusa como estão sendo encaminhadas as negociações para a renovação do contrato com a empresa estatal de capital misto.

EXEMPLO
Um dos bons exemplos para Taubaté repensar a renovação com a Sabesp pode ser constada com o que ocorreu em Joinville-SC, onde o serviço de saneamento básico foi municipalizado, sob  a liderança do taubateano Henrique Chiste Neto, uma autoridade no assunto.

BREJO
Infelizmente para nós, taubateanos, nossa Câmara é da pior qualidade, com as exceções de praxe. O taubateano Henrique Chiste Neto, que tem acompanhado e longe o desenrolar da renovação do contrato com a Sabesp é enfático. Para ele, a criação de uma empresa municipal de saneamento básico foi para o brejo. “O que menos vale é o povo”, constata, tristemente.

DESINTERESSE
Sem generalizar, Chiste entende que falta credibilidade à classe política da cidade e que “a falta de interesse e de informação” que busque esclarecer o munícipe sobre o que é melhor para Taubaté são “tendenciosas”, na opinião abalizada de quem entende do assunto.

CONCESSÃO
Chiste lembra que a renovação com a Sabesp deveria passar por licitação pública (lei 8.987), pois se trata da concessão de serviço público. Com a Sabesp não deveria ser diferente. A lei exige licitação. Por que com a Sabesp deveria ser diferente?

AUTOSUSTENTÁVEL
Chiste, que foi fundador e primeiro presidente do serviço municipal de saneamento de Joinville não tem dúvida que uma empresa municipal seria lucrativa para Taubaté. Sem contar que o governo federal emprestaria dinheiro à rodo, a juros baixíssimos, para o saneamento básico de Taubaté, incluídos tratamento de esgoto e distribuição de água.

NULIDADE
O taubateano Chiste alerta que se o contrato com a Sabesp não for renovada somente após licitação pública, ela é passível de ser considerada nula e, por consequência, todos os atos praticados em seu nome serão nulos, isto é, não gerarão efeito legal.