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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

ESTULTO, TRUCULENTO E FANFARRÃO SÃO QUALIDADES DO NOSSO ALCAIDE CANASTRÃO

Tudo o que o prefeito canastrão conseguiu, em seus sete anos de (des)governo, foi angariar a antipatia de vasta gama de taubateanos indignados e envergonhados pelas cenas deprimentes protagonizadas pelo alcaide desta urbe, que consegue superar os melhores momentos de Tiririca.

AVENIDA
Alguém sugere, no Facebook, que a Avenida Professor Walter Thaumaturgo, rebatizada de Avenida da Alegria do Povo Taubateano, passe a ser chamada de Avenida da Indignação do Povo Taubateano, em protesto contra a absolvição do prefeito canastrão no processo de cassação movido pela Câmara Municipal contra ele, graças à atuação de seis vereadores.

SUGESTÃO
Só para esquentar o debate, sugiro o nome de Avenida 13 de Agosto. Logo no início da avenida, uma placa explicaria o porquê do nome: “Nesta data, no ano da graça de 2011, seis vereadores absolveram um prefeito acusado de corrupção e não permitiram sua cassação”.

NOMES
A placa explicativa poderia conter o nome do prefeito Roberto Peixoto, beneficiado pela esdrúxula decisão dos vereadores Ary Kara José Filho, Chico Saad, Henrique Nunes, Luizinho da Farmácia, Maria Teresa Paolicchi e Rodson Lima, que também seriam “homenageados”.

TRUCULÊNCIA
O sorriso estampado no rosto é marca registrada do tenente Orlando de Lima, secretário de Segurança da Prefeitura de Taubaté. Ele é o chefe dos bate-paus do prefeito canastrão Roberto Peixoto, que agrediram covardemente os manifestantes que se juntaram na Avenida Professor Walter Thaumaturgo para protestar contra a corrupção em Taubaté.

BRUTALIDADE
Acabo de ser informado que um sargento foi o responsável pelo tumulo registrado após os desfiles de 7 de Setembro, ao tentar tirar das mãos de uma manifestante um faixa de protesto contra Peixoto.

REPETECO
O mesmo sargento seria o responsável pela retirada de um manifestante da galeria da Câmara Municipal, no dia da sessão em que Peixoto foi absolvido por seis vereadores (citados acima), os quais jamais serão esquecidos pelo povo taubateano.

(IN)SEGURANÇA
A manifestação pública, sem violência, é legítima e democrática. As forças de segurança existem para manter a ordem pública, não para tomar partido. A Polícia Militar faz parte do aparato da segurança pública. Ele age para evitar o crime. Se o crime ocorrer, o acusado deve encaminhado à Delegacia de Polícia mais próxima, para as providências de praxe.

INVESTIGAÇÃO
A truculência do policial militar deve ser creditada a quem comandava a operação na noite de 12 para 13 de agosto na Câmara Municipal. O comando do 5º Batalhão da Polícia Militar de Taubaté tem a obrigação de investigar quem causou o tumulto e punir o militar, caso ele tenha sido o responsável.

ZELO
O excesso de zelo do policial militar também pode ir para a conta do tenente Orlando de Lima, responsável pela segurança pública do município. A PM é responsável pela segurança externa e só deveria entrar na galeria da Câmara Municipal se sua presença fosse solicitada pela presidência da Casa Legislativa, no caso a vereadora Graça (PSB). O mais é excesso de zelo.

VIOLÊNCIA
Truculentos e boçais a serviço do alcaide canastrão
O Jornal Contato desta semana publica fotos da truculência dos asseclas de Peixoto contra quem se manifestava pacificamente contra a corrupção em Taubaté. Aqui, a capa da edição desta semana.

ASSÉDIO
Um guarda municipal da Prefeitura enviou carta ao vereador Orestes Vanone (PSDB) na qual denuncia assédio moral que estaria sendo cometida pelos comandados do tenente Orlando de Lima, que deve estar confundindo Prefeitura Municipal com quartel da Polícia Militar. Eis trechos da carta lida em plenário pelo vereador.

“Trabalhamos no regime quatro por dois, doze horas por dia, das 6h às 18h em turno ininterrupto, não temos horário de almoço garantido por lei. Em muitos locais onde trabalhamos não existe sequer água e banheiro, nem fogão para esquentar nossas marmitas”, relatou o servidor.

“O secretário da Segurança, tenente Orlando [Lima], alega que somos guardas patrimoniais, mas trabalhamos em locais públicos como mercado, albergue, rodoviária e praças, sem a mínima proteção e segurança. Quando necessário, temos que agir com poder de polícia”, continuou o texto.

AGRESSÃO
Segundo release divulgado pela assessoria da Câmara Municipal de Taubaté, o servidor informou ainda que ele e os colegas correm o risco de serem agredidos e considerou que o que mais os incomoda é o assédio moral.
“A vergonha que temos que passar quando solicitamos a ajuda do nosso chefe imediato, senhor Rildo, simplesmente somos desmoralizados, tachados de incompetentes, tratados a gritos. É uma tortura psicológica que ele faz com a gente. Ameaça que, caso nos manifestemos, irá nos demitir.”