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sábado, 22 de outubro de 2011

O SALÁRIO QUE ME PAGAM VEM DO GOVERNO FEDERAL, VIA INSS

Estou aposentado há quase três anos, após contribuir 35 anos com a Previdência Social. Desde agosto do ano passado escrevo este blog. Não tenho patrocinador. Aqui não entra verba pública nem dinheiro de quem quer que seja.

Nos meus trinta anos de jornalismo, sempre agi de acordo com minha consciência. Sou pautado pelos acontecimentos. Não tenho a preocupação de agradar este ou aquele. Meu patrão é o INSS, desde janeiro de 2009.

No final de 1979, desempregado (fora demitido da GM por ter participado da greve dos metalúrgicos), fui apresentado ao jornalismo pelo meu amigo Barbosa Filho, por quem tenho grande admiração e estima. Minha carreira jornalística começava, então, no Diário de Taubaté, em dezembro daquele ano.

Nestes pouco mais de 400 dias como blogueiro, aprendi mais sobre os bastidores da vida político-partidária de Taubaté e Pindamonhangaba do que ao longo da minha carreira jornalística, que só terminará quando meus olhos se fecharem para o mundo terreno.

Olho minha vida profissional pelo retrovisor do veículo que me leva adiante pelas sendas do jornalismo e me orgulho. Jamais fiz ou deixei de fazer uma matéria jornalística sem que minha consciência permitisse. Nunca usei o jornalismo para ameaçar, denegrir ou achacar pessoas.

Atuo em meu blog com a consciência tranquila de quem jamais participou de negociata. A liberdade que tenho hoje foi conquistada com muito sacrifício ao longo de minha jornada profissional. Poucas pessoas conhecem as dificuldades que impus à minha família (mulher e quatro filho) para manter a honra e a dignidade.

Minhas opiniões sempre foram claras. Não me escondo atrás do anonimato para fazer crítica ou denúncia. Preservo minhas fontes de informação e me responsabilizo inteiramente pelas publicações deste blog.

Não sou fanático religioso nem fanático político. Não sou árbitro. Não sou maniqueísta. Sou apenas um jornalista que não tem o rabo preso. Sou livre para criticar, elogiar, denunciar, aplaudir. Minha consciência permite.

Os comentários que recebo, alguns jocosos, outros irados, são publicados na íntegra, não importa se estão assinados ou foram escritos anonimamente. Não vou agradar a todos. Esta não é minha pretensão. Basta ser honesto!