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segunda-feira, 19 de março de 2012

PALPITEIROS CRITICAM CÂMARA SEM SABER O QUE ESTÃO CRITICANDO

Taubaté é uma cidade sui generis. Em se tratando de Câmara Municipal, as críticas são generalizadas. Nenhum vereador é poupado, pois os críticos veem a instituição como um só corpo, como se todos os vereadores fossem corruptos.

Jogam na vala comum Pollyana, Graça, Digão, Mário Ortiz e Vanone, como se fizessem parte da trupe que apoia o prefeito canastrão.

A trupe é composta pelos vereadores Alexandre Villela, Ary Kara Filho, Carlos Peixoto, Chico Saad, Henrique Nunes, Jeferson Campos, Luizinho da Farmácia, Maria Teresa Paolicchi e Rodson Lima.

Não percebem, ou não querem perceber, que cada vereador representa um voto e a maioria (nove) apoia o prefeito Roberto Peixoto.

Em dois momentos os munícipes puderam ver os vereadores que estão comprometidos com o prefeito canastrão.

Porém, a má vontade ao analisar o desempenho de cada um dos vereadores turva os olhos dos críticos, que preferem a generalização.

A sessão de 12/13 de agosto de 2011, que absolveu o prefeito canastrão e o livrou da cassação, é uma prova. A trupe derrotou a população taubateana.

Outra derrota imposta aos taubateanos foi em 15 de fevereiro deste ano.

Mais uma vez a trupe salvou Peixoto de responder por crimes político-administrativos denunciados pelo vereador Digão (Rodrigo Luís Silva).

Vejo nas redes sociais vetustos senhores criticando a Câmara Municipal por aceitar o acordo com a Sabesp e celebrar novo contrato com a empresa por mais trinta anos.

Indistintamente, todos os vereadores são criticados como se tivessem perpetrado o maior crime da história contra o erário público taubateano.

Mais uma vez misturam os vereadores como se todos fizessem parte da mesma canalha que, a peso de ouro, evita que o prefeito canastrão seja definitivamente defenestrado da vida pública.

As fanfarronices do vereador Chico Saad, um ser político da pior espécie, capaz de lamber o caminho por onde o canastrão vai passar, não devem ser consideradas.

Quem dá ouvido a Chico Saad e fica por aí contando as sandices que ouviu do vereador, igualmente não merece crédito, pois não sabe do que está falando.

O vereador, que tanto mal causa à população taubateana por sua atuação deletéria na Câmara Municipal, encontra um senhor e diz que a Prefeitura deve R$ 400 milhões à Sabesp pelos investimentos feitos na cidade.

O contrato com a Sabesp foi para o beleléu. Chico tratou de correr atrás da Odebrecht para dizer que a construtora deveria ressarcir a estatal se quisesse ficar com o serviço de distribuição de água para si.

Quem ama Taubaté de verdade deve ficar atento. Há gente interessada em fazer corretagem com o serviço de abastecimento de água da cidade.

Querem convencer os vereadores a rejeitar o projeto de lei enviado para a Câmara Municipal para que seja feita licitação pública para dar oportunidade de a Odebrecht se instalar na cidade. Pura corretagem.

Os canalhas, antes críticos do governo municipal, agora se aquietam covardemente. O interesse dessa gente é ganhar gordas comissões com a transferência do serviço para outra empresa. Para isso posam de paladinos da moralidade.

A Câmara rejeitou a proposta de celebrar novo contrato com a Sabesp dia 20 de dezembro do ano passado graças ao magistral trabalho da vereadora Pollyana, sempre com o importante apoio de Digão, Graça e Vanone.

A Sabesp não fechou as torneiras e continua fornecendo água para os taubateanos.

Desde o início deste ano, Pollyana, Graça e Digão estiveram em todas as reuniões com a Sabesp em São Paulo, São José dos Campos e Câmara Municipal.

Os dirigentes da estatal encontraram nos vereadores Pollyana, Graça e Digão os principais interlocutores do município para discutir o modelo do novo contrato com a Sabesp.

As reuniões foram de alto nível porque o município esteve sempre bem representado por vereadores comprometidos com a legislação e à moralidade pública.

O resultado das negociações os taubateanos sentirão nos próximos anos. A Sabesp concorda com a vereadora Pollyana no quesito expansão da rede de água na cidade.

Graça, Pollyana e Digão negociam novo acordo com a Sabesp
Não haverá cobrança de taxa quando a Sabesp expandir a rede de água para um usuário, por exemplo.

É mentirosa a afirmação que o Plano Municipal de Saneamento foi feito para cumprir tabela e que a expansão da rede de abastecimento ficará à mercê da Sabesp.

Os falastrões ignoram que será criado um Conselho Gestor para gerenciar os recursos provindos do serviço de abastecimento, bem como será criado o Conselho Municipal de Saneamento Básico, que determinará onde serão feitos investimentos.

Os corretores e os engenheiros,  daqui ou de outras paragens, não sabem que a Sabesp vai contemplar no novo contrato todo o plano de expansão da rede municipal de água e esgoto.

Palpiteiros que são, nem imaginam a zona rural também será contemplada no novo contrato com a Sabesp. Nossos mananciais serão protegidos, bem como a produção agrícola.

Maledicentes, os vetustos senhores poderiam postar nas redes sociais que esta correção de rumo é uma conquista dos taubateanos, representados pelos vereadores Digão, Graça, Pollyana e Vanone.

Por exigência destes vereadores, tudo será feito como manda a lei 11.445/2007 – o marco regulatório do saneamento básico brasileiro. Nem mais, nem menos.

Portanto, senhores, usem o tempo que dispõem na internet para esclarecer a população corretamente. Não escrevam nem reproduzam bobagens. Não critiquem o que desconhecem.

Ou então, permaneçam calados.