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segunda-feira, 9 de abril de 2012

POLLYANA CHAMA MILITÂNCIA EM HORÁRIO ELEITORAL NA TV

A vereadora Pollyana, presidente do PPS de Taubaté e pré-candidata de seu partido a prefeita da cidade, ocupa a partir desta segunda-feira (09/04) o horário eleitoral gratuito de rádio e televisão previsto pela lei 9096/95.

O PPS tem direito a inserções partidárias institucionais de 30 segundos na TV, nos dias: 9, 11, 13 e 16 de abril; 1, 4, 6 e 8 de junho.

No texto, Pollyana reforça a importância da lei Ficha Limpa e convida o cidadão a participar da vida política da cidade para aprender a escolher o seu candidato corretamente.

Um projeto da parlamentar que estende a lei para funcionários comissionados e prestadores de serviços da Prefeitura, Câmara e autarquias municipais, tramita pela Câmara Municipal. Os 14 vereadores subscreveram o projeto de Pollyana.

Abaixo, o vídeo a ser exibido nos próximos dias pelas TVs Vanguarda, Bandvale, Record, Novo Tempo, Canção Nova e Aparecida.


POLLYANA “CONVERSA” COM MAZZAROPI

Hoje (09/04), por volta das 8h45, passei pela Rua Emílio Winther e notei uma obra em ritmo acelerado ao lado da Doceria Nívea.

No local já funcionou bar, lanchonete e "quase" um bingo ( não me recordo se o bingo chegou a funcionar na fachada Casa da Cultura Mazzaropi. Pensei: Será por parte da prefeitura? Fui conferir.

Confirmei a hipótese de ser por parte da prefeitura.

Ao solicitar o responsável pela obra indicaram-me a Silvana Rocha, que informou estar cuidando da decoração do ambiente não podendo informar detalhes do projeto como também do valor do aluguel.

Após questioná-la sobre o porquê de não se estar implantando a já referida Casa da Cutura no SEDES ou no prédio do antigo Departamento de Educação, respondeu-me que no SEDES é previsto o Museu do Caipira e para o prédio do antigo DECE, o Portal das Artes.

Pediu para que eu não fotografasse. Neguei o pedido. Fotografei. Como estou sem o cabo para passar as fotos para o computador, amanhã (10/04) postarei as fotos.

A pergunta que faço é: com tantos espaços públicos para serem melhor utilizados( como por exemplo o próprio prédio onde está instalada a Secretaria de Cultura) e com um verdadeiro Museu Amácio Mazzaropi já instalado no Hotel Fazenda Mazzaropi por meio do Hotel e Instituto Sapucaia e parceiros (com o qual a PMT poderia estabelecer parcerias), qual o motivo para ALUGAR um prédio particular e fazer as coisas com tanta correria???

Outra pergunta: Por que não utilizar prédios públicos e recuperar os prédios que estão hoje abandonados (além do prédio do antigo DECE que abriga painéis do Mestre Justino temos Vila Santo Aleixo cuja restauração engatinha)?

Buscarei informações sobre o custo.

Enquanto isso, aquelas duas senhoras com seus filhos, que postei a situação na semana passada, continuam morando em barracos no Bairro Gurilândia; no mesmo bairro o Pronto Atendimento dispõe apenas de um banheiro na recepção para atender homens e mulheres; o AME - Atendimento Médico Especializado- já poderia ser realidade e os recursos utilizados hoje (por volta de 60 milhões) para fazer o que o AME poderia já estar fazendo, poderiam estar sendo investidos em setores com mais necessidades, como por exemplo, para adquirir ambulâncias e aumentar número de leitos.

Você pode perguntar agora: Pollyana, e qual a relação da Casa Da Cultura Mazzaropi com esses assuntos?

A relação está na falta de compreensão do que é de fato pensar, planejar e agir para o desenvolvimento e perpetuação da cultura do nosso povo. Há uma inversão de valores, de prioridades. A cultura precisa de investimentos, mas principalmente de gestores dotados de sensibilidade e capacidade para otimizarem os recursos disponíveis ( materiais, não materiais, humanos ) e estabelecerem parcerias para potencializá-los. Enquanto, provavelmente, se aluga um prédio de alto custo, há outros que nem restaurados, cuidados são, há os que podem ser utilizados e não são e o pior, há pessoas morando em barracos...

"Querido Mazzaropi, você, onde estiver, sabe que a leitura que faço dessa situação não tem por objetivo desprestigiá-lo. Espero ter utilizado aqui, como você, a língua que o povo entende. Até porque, pelo o que conheço das suas histórias, não podemos fechar os olhos diante de tantas contradições".