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quarta-feira, 27 de junho de 2012

ORTIZ JÚNIOR SE EMBEBEDA EM FONTE
ONDE JORRA DINHEIRO EM ABUNDÂNCIA

De onde vem a dinheirama para abastecer a campanha mais milionária da história da sucessão municipal taubateana? Quem banca tanta despesa? Quem paga os jornais da pré-campanha tucana, o marketing telefônico, as pesquisas semanais, as despesas com propaganda em rádios e jornais?

Acabo de ler no Facebook que o tucano Ortiz Júnior andou distribuindo pela cidade um jornal de boa qualidade, caro, portanto, para enaltecer o tucanato e sua própria candidatura.

Não poderiam faltar fotos de Bernardo Ortiz, o pai, do governador Geraldo Alckmin, de Emanuel Fernandes e de outros próceres do PSDB.

Tudo enganação. Como foi enganação do Velho apoiar Peixoto como o melhor para Taubaté nas eleições de 2004. Como é enganação a indicação de seu filho para prefeito desta urbe quase quatrocentona.

Ortiz Júnior nos deve explicações.

Não citarei seu primeiro emprego com carteira assinada dado pelo prefeito canastrão, que acabou demitindo-o por, digamos, ser um tanto desligado de seus afazeres como funcionário público municipal que era.

Dono de formação superior em Direito e História, ambas cursadas na Universidade de Taubaté, uma coisa me intriga: Ortiz Júnior foi bolsista ou pagou a faculdade como um simples mortal?

Gostaria de saber.

Como gostaria de saber por que ele jamais condenou as atitudes de Rodson Lima enquanto este frequentava a Câmara Municipal. Para assegurar o apoio do ex-vereador cassado pelo STJ?

Seria bom o tucano explicar seu apoio a Bilili, conhecido fura-fila da saúde, amigo do prefeito canastrão, que votou contra a abertura de CP proposta por outro vereador tucano, Rodrigo Luís Silva – Digão. Seu não com voz de barítono até hoje soa nos meus ouvidos.

Por quê? Porque Bilili tem as fichas de mais de dois mil clientes, digo, de pessoas que teria ajudado e que serão devidamente cobradas pelo favor prestado em épocas passadas?

Talvez Ortiz Júnior ou seu pai, Bernardo Ortiz, possam explicar o documento abaixo, complementando a primeira petição do advogado José Eduardo Bello Visentim, de 16 de fevereiro deste ano, dando conta de que teria havido conluio entre empresas que participaram de leilão na FDE para o fornecimento de quatro milhões de mochilas, em agosto de 2011.

Seria esta a fonte?