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terça-feira, 5 de junho de 2012

PINHEIRINHO, UM RETRATO CRUEL DA VIOLÊNCIA POLICIAL EM SJC

O bravo professor Silvio Prado é daqueles militantes renhidos que não fogem à luta. Se for luta social, por uma boa causa, pode contar com sua argúcia. O professor taubateano, como poucos, sabe esgrimir em favor do que acredita ser o justo.

Na invasão da PM ao Pinheirinho em São José dos Campos, em 22 de janeiro deste ano, quando cerca de 5,5 pessoas foram brutalmente desalojadas de suas casas/barracos pelas tropas da Polícia Militar, o professor Silvio Prado estava no teatro de guerra que se instalou naquele município.

Posteriormente, o digno professor participou dos debates que se seguiram na Câmara Municipal de São José dos Campos e na Assembleia Legislativa de São Paulo, quando a ação da PM e do judiciário paulista foram amplamente discutidos.

Capa do livro do professor Silvio, que deve ser lançado dia 17 de junho
O que se convencionou chamar de massacre no Pinheirinho, foi tema de reportagens que ganharam o mundo, tal a violência empregada pela PM contra pessoas humildes, tratadas como facínoras pelo governo tucano de São Paulo.

A OEA (Organização dos Estados Americanos) deve receber brevemente a denúncia do ato policial covarde praticado contra anciãos, mulheres, crianças e até bebes, desalojados brutalmente debaixo de artilharia pesada.

Para não deixar que o assunto caia no esquecimento, o professor Silvio Prado deve lançar no próximo dia 17 um livro sobre o Pinheirinho para evitar que “mais essa tragédia tucana seja esquecida”.

O local do lançamento do livro, que relata o massacre no Pinheirinho em forma de cordel, ainda não está definido.

Aliás, um dos cordéis do livro foi lido pelo senador Eduardo Suplicy (PT) na tribuna do Senado durante aqueles dias.

Veja abaixo como foi a participação do professor Silvio Prado na audiência pública realizada na Câmara Municipal de São José dos Campos no dia 1º de fevereiro deste ano.