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quinta-feira, 21 de junho de 2012

POR QUE ORTIZ IGNOROU DENÚNCIA DE FORMAÇÃO DE CARTEL EM PREGÃO DA FDE?

A denúncia de formação de cartel entre algumas empresas para participar do pregão realizado pela FDE (Fundação para o Desenvolvimento Escolar) para a aquisição de 4 milhões de mochilas escolares o ano passado foi solenemente ignorada pelo ex-prefeito taubateano José Bernardo Ortiz, presidente do órgão.

O advogado José Eduardo Bello Visentin havia protocolado documento na FDE em 3 de agosto de 2011 denunciando a possível formação de cartel pelas empresas Capricórnio, Brink Mobil e Diana Paolucci.

A FDE refez o edital para o pregão 36/00499/11/5 por ordem do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

Bernardo Ortiz ignorou a primeira denúncia bem como a segunda, protocolada no dia 16 de fevereiro deste ano na Chefia de Gabinete da FDE.

O documento recebido por Gladiwa Ribeiro às 16h15 daquele dia por certo foi entregue para o presidente da FDE, que teria engavetado a denúncia.

Ortiz é o chefe da FDE e caberia a ele apurar as denúncias apresentadas pelo advogado José Eduardo Bello Visentin.

As denúncias são graves e foram ignoradas por Bernardo Ortiz.

Dia 15 de maio deste ano a bancada do PT na Assembleia Legislativa protocolou a denúncia na Procuradoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo (PGJ).

O promotor de Justiça Silvio Antonio Marques, da 4ª Promotoria do Patrimônio Público e Social, está com a documentação em mãos. Caberá a ele decidir se  oferta da denúncia ou não à Justiça paulista.

Leia abaixo o documento protocolado na Chefia de Gabinete da FDE. A ate4nção deve ser redobrada  na leitura dos itens 4 e 5 da denúncia, onde são abordados o acerto que teria existido entre as empresas Capricórnio e Diana Paolucci e o faturamento entre as duas empresas.