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terça-feira, 4 de setembro de 2012

PARCEIROS DA FDE SÃO PRESOS
NO PARANÁ: EMPRESÁRIO DEPÔS

As prisões ocorreram na última terça-feira (28/08). A polícia paranaense engaiolou os empresários Marcos Divino Ramos, José Lemes e Pedro Bressiani, todos ligados à G8, acusados de formação de cartel para a venda de uniformes escolares às prefeituras de Londrina e Apucarana, entre outras.

Os três empresários foram presos acusados de formação de quadrilha, fraude, peculato e corrupção ativa. O esquema é o mesmo denunciado pelo empresário Djalma Santos à revista IstoÉ.

A G8 integra o grupo de empresas que participam do cartel liderado pela Capricórnio, maior fornecedora da FDE, presidida pelo ex-prefeito taubateano José Bernardo Ortiz.

O cartel empresarial é especializado em fraudar licitações.

As empresas menores disputam com as empresas maiores e perdem a concorrência, dando ar de legalidade ao pregão/licitação.

A empresa vencedora firma o contrato e compra dos perdedores o material subfaturado para burlar o fisco e o vende a preço superfaturado para o comprador, no caso, a FDE.

O ex-alcaide taubateano tem conhecimento desde agosto de 2011 do cartel liderado pela Capricórnio para vencer pregões realizados pela FDE nos moldes citados no parágrafo anterior.

Bernardo Ortiz não apurou as denúncias apresentadas pelo advogado José Eduardo Bello Visentin porque era de seu conhecimento que seu filho Ortiz Júnior seria parte das negociações com os futuros fornecedores da FDE.

O velho caudilho engavetou a denúncia.

No caso paranaense, o Gaeco desbaratou a quadrilha e a polícia paranaense engaiolou dois empresários no aeroporto de Londrina e um em Apucarana.

Leia aqui a notícia veiculada pelo Jornal de Londrina sobre a prisão dos empresários.

DEPOIMENTO

José Lemes é o representante da Capricórnio no note do Paraná. Ele prestou depoimento nesta terça-feira (03/09) em Londrina. Aqui está a informação do jornal londrinense.

Bernardo Ortiz e Ortiz Júnior tem encontro marcado com o Ministério Público para depor no inquérito civil em curso na 4ª Vara da Promotoria do Patrimônio Público e Social da Capital.

Ambos têm muito a explicar. A batata Ortiz Júnior começa a assar.