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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

AOS 38 ANOS, FINALMENTE,
ORTIZ JÚNIOR VAI TRABALHAR

A idade do tucano eleito prefeito de Taubaté neste domingo (28/10) é menor que meu tempo de contribuição com a previdência social.

Que emprego teve Ortiz Júnior nos últimos 38 anos?

Só eu sei o sacrifício que impus à minha família, mulher e filhos, para cursar a faculdade de jornalismo da Unitau.

Ortiz Júnior, ao contrário, teve parte de seus dois cursos universitários pagos por nós, taubateanos, via bolsa de estudo.

Quanto custará para o contribuinte a eleição do tucano?

As promessas de campanha de Ortiz Júnior não serão cumpridas simplesmente por serem inexequíveis.

A peça publicitária montada pelo marqueteiro Duda Mendonça custou quanto?

Como Ortiz Júnior pagará a dívida se seus bens estão bloqueados?

Aliás, os bens do pai Bernardo Ortiz também estão bloqueados. Quem pagará a conta?

Sabendo-se do conluio que pai e filho fizeram na FDE com grandes empresas para sustentar a campanha tucana em Taubaté, imagina-se de onde deve sair o dinheiro.

Taubaté escolheu permanecer com tudo de novo pelos próximos quatro anos.

O eleitor taubateanos, enganado por Bernardo Ortiz e Ortiz Júnior, elegeu Peixoto em 2004 e o reelegeu em 2008.

O desastre que foi o governo Peixoto todos sabemos.

Nosso atraso em relação a São José dos Campos será ampliado nos próximos anos, não tenham dúvida.

O taubateano quer tudo de novo. A decisão está tomada. Não adianta chorar.

Quanto aos tucanos raivosos, vassalos do déspota eleito neste domingo, não  pensem que  me intimidarão.

Meus comentários e críticas serão postados normalmente neste espaço.

Meu salário quem paga é o INSS. Faço jus a ele.

Sou jornalista diplomado pela Unitau em 1988.

Não usei bolsa de estudo. Paguei o curso com meu suor de trabalhador.

Ortiz Júnior terá que contribuir com o INSS pelos próximos 35 anos para obter sua aposentadoria.

Como acaba de conquistar seu primeiro emprego, terá, então, 73  anos quando completar o tempo mínimo de contribuição.

Outro detalhe:

Teremos diplomação do prefeito eleito?

Ou, mais uma vez, assistiremos a um prefeito deixar Taubaté algemado e transportado para São Paulo de camburão?

Elegemos tudo de novo.

A história pode se repetir.