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sábado, 17 de novembro de 2012

QUE VERGONHA, JOFFRE NETO!

Antonio Barbosa Filho

No debate muito bem conduzido pelo Chico Oiring, entre o jornalista Irani Gomes de Lima e o vereador-eleito Joffre Neto, aconteceu um massacre. Todos nós, milhares de telespectadores (foi o recorde de audiência em Taubaté) esperávamos do Joffre uma informação básica, elementar: onde está o prefeito fugido, vulgo Juninho, procurado pelos oficiais de Justiça, já que está indiciado em vários processos.

Ficamos sem esta resposta. O vereador-eleito à custa de falsos movimentos "éticos", financiados pelos Ortizes com dinheiro e promessas de cargos (desafie-me a provar!) usou a velha tática de qualquer criminoso apanhado em flagrante: a melhor defesa é o ataque. Joffre usou deste método arcaico e tão manjado pelo povo, que se tornou ridículo. Diante da tranquilidade do jornalista Irani, ele encolheu-se à sua insignificância. Esperneou, esperneou, mas esgotou-se na sua intriga e no seu ódio. O vereador reduziu-se a menos do que já é; nem seu patrocinador deve ter agradecido por seu péssimo trabalho neste debate.

Como nunca deixo as coisas pela metade, e jamais uso de insinuações, esclareço quem patrocinou (e tenho provas, em caso de Justiça) e explico um pouco do passado que o Joffre esconde. Quando foi presidente da Câmara Municipal ele aceitou um edifício mal construído, sem condições de ter um "habite-se". Ele, Joffre, era chefe de um Poder, administrando dinheiro público, e aceitou uma obra cujo construtor era sócio-amigo de José Bernardo Ortiz. Dois ou três meses depois foram contratadas reformas no edifício da Câmara, custando mais dinheiro para nós, os idiotas eleitores e contribuintes de Taubaté. Ele vai dizer que o TC aprovou as contas e eu vou dar risada...

Esse prejuízo nunca nos foi ressarcido.

Tampouco o fato do então presidente da Câmara, Joffre Neto, ter frequentado suas aulas na PUC, Pontifícia Universidade Católica, nas Perdizes, em São Paulo, usando viatura e motorista que eu paguei, e todos nós pagamos.

Irani nem tocou nesses pontos, não desceu à ofensa pessoal, embora agredido pessoal e moralmente pelo que se diz "limpo". Gente que pesquisa a vida de cada um para poder justificar seus crimes é covarde, em primeiro lugar. Sei que o Joffre, como já lhe disse pela net, conseguiu o que ele queria. Mas ele quer mais: quer ser presidente da Câmara, Prefeito, Reitor da Unitau. Sua vocação totalitária não tem limites. Aliás, tem limite , Joffre, enquanto o Irani, eu, e muitos jornalistas honestos estivermos vivos. Depois de nós, outros. A canalhice não vence sempre, apenas algumas vezes. Por exemplo: você pensa que matou o Arnaldo: ferrou-se, pois eu estou firme e forte e o Irani mais forte que nós juntos.

Viva Taubaté!