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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

CÂMARA SUSPENDE PAGAMENTO
DE SALÁRIO A ASSESSORA DE JOFFRE

A sucessão de erros nesta comédia bufa encenada no gabinete do vereador desnecessário está chegando ao fim. A atriz, digo, assessora de Joffre Neto, não receberá o salário de R$ 2.912,74 a que teria direito.

A vereadora Graça, presidente da Câmara Municipal, suspendeu o pagamento do salário de Franciny Oiring, informou o vereador Luizinho da Farmácia (PR). 

Na quarta-feira (30), o vereador Salvador Soares (PT), vice-presidente da Câmara Municipal, disse a este blog que o cheque-salário da assessora do vereador desnecessário estava assinado para ser retirado na Tesouraria da Câmara.

Luizinho da Farmácia reiterou que Franciny, como qualquer outro funcionário nomeado para trabalhar na Casa Dr. Pedro Costa, passa a ter direito ao salário após a nomeação e posterior publicação de seu nome no Boletim Oficial da Câmara Municipal.

Franciny Oiring foi nomeada dia 11 de janeiro de 2013.

Por conta da viagem que faz com a família a Cancun, a assessora não retirou seu cheque salário da Tesouraria da Câmara. Agora é tarde. O cheque foi recolhido pela Mesa Diretora da Câmara.

“Se ela (Franciny Oiring) tivesse indicado conta bancária, o cheque seria depositado em sua conta e ela receberia normalmente”, disse Luizinho da Farmácia,

“O pagamento do cheque foi suspenso pela repercussão do caso”, acrescentou o vereador.

Não passam de falácias, portanto, as afirmações da assessoria de Joffre Neto e do próprio vereador de que sua assessora não tomou posse do cargo e, por isso, não receberá salário.

DETALHE: posse toma funcionário concursado. A assessora de Joffre Neto foi nomeada para ocupar função pública. Cargo tem titular. Função tem ocupante. Este é o caso de Franciny e de todos os funcionários lotados nos gabinetes dos vereadores.

A afirmação do vereador desnecessário é mentirosa. . O cheque salário da assessora foi assinado pela Mesa Diretora e recolhido por ordem da vereadora Graça (PSB), presidente do legislativo taubateano, que agiu com probidade e impediu que a moçoila aproveitasse suas férias em Cancun com parte da viagem financiada com dinheiro público.

Por que o vereador Joffre Neto, que tem um passado nefasto na Câmara Municipal, não explica para seus sequazes os fatos como eles são verdadeiramente? Por que permitiu a viagem de sua assessora? Teria sido para pagar dívida de campanha com o pai dela e precisava pagá-la, nem que fosse com dinheiro público?

O ignóbil parlamentar crê que não passamos de um bando de parvos, prontos a acreditar em todas as suas afirmativas e seus textos rebuscados na internet para justificar sua falha grotesca.

Quem libera pagamento de funcionário da Câmara Municipal é a Mesa Diretora. Vereador não decide se um assessor deve ou não receber salário naquele mês.

Para isto acontecer, é preciso solicitar a medida oficialmente. Joffre Neto não fez isso. Agora, catão da Vila São Geraldo, não precisa solicitar nada. A Mesa Diretora da Câmara Municipal já tomou a medida que dela se esperava.

Esta e outras informações podem ser lidas em nossa fã page.