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domingo, 13 de janeiro de 2013

"DEDO NA FERIDA" INCOMODA
TRANSPARENTES DE TAUBATÉ

Aquele grupo que se autodenomina Transparência Taubaté deixou de existir desde que os objetivos dos administradores da comunidade foram alcançados: eleger o prefeito desta urbe e um vereador desnecessário para a Câmara Municipal.

Estou me referindo a José Bernardo Ortiz Monteiro Júnior e a Joaquim Marcelino Joffre Neto, réus em processos que tramitam na 14ª Vara da Fazenda Pública da Capital e na Vara da Fazenda Pública de Taubaté, respectivamente.

Ambos respondem por improbidade administrativa.

Interessante ressaltar que Ortiz Júnior não era funcionário da FDE e Joffre Neto não era vereador quando cometeram os abusos de que são acusados.

O atual prefeito de Taubaté teria participado de esquema para fraudar licitação na FDE, na época presidida por seu pai, José Bernardo Ortiz.

Joffre Neto é acusado de fraudar licitação que deveria ser feita pela Câmara Municipal para ser contratado irregularmente como prestador de serviço.

Os antigos patrulheiros da moralidade taubateana perderam o patrimônio.

Os últimos espasmos da Transparência Taubaté não são contra a corrupção. Uns poucos integrantes do grupo vociferam contra quem é nomeado pelo prefeito-réu.

O grupo coloca em dúvida a capacidade de quem foi escolhido pelo prefeito, mas não se incomodam com o fato de Taubaté ter um prefeito de fato (José Bernardo Ortiz) e outro de direito (Ortiz Júnior).

Não se encontra um “a” de crítica às dívidas de campanha que o prefeito tucano começa a pagar com o dinheiro do erário público, o nosso rico dinheirinho.

A Transparência Taubaté emudeceu, ao contrário do que era apregoado por seu líder, o vereador desnecessário Joffre Neto (PSB).

Sou acusado de defender o ex-prefeito Roberto Peixoto (sem partido), que me processou e perdeu a lide em Taubaté e o recurso que interpôs no TJ, quando cobro coerência da Transparência Taubaté.

A canalhice dos sabujos dos Ortizes (definição de Barbosa Filho) os torna cegos e incapazes de discernir, de perceber que a prática tucana neste início de governo é a mesma do governo que se findou.

Ficam abespinhados quando o prefeito de plantão é criticado. São meros fariseus, representantes de uma oligarquia descendente, que vive seu ocaso.

Inundam as redes sociais com suas aleivosias. Assacam contra a honra de quem se posiciona contra o pensamento que creem ser dominante.

A inteligência estreita dos capatazes dos Ortizes é o que resta da Transparência Taubaté. Suas diatribes são sobejamente conhecidas pelos internautas.

Não se trata de destempero verbal. O que falta é argumento, capacidade de formular e expressar suas ideias. Como isto não é possível, agredir verbalmente é mais fácil.

Sempre há alguém disposto a corroborar as sandices postadas no grupo Taubaté de Peixoto, do qual fui excluído por Diolindo Flores, que também tem seus capatazes.

A antiga Transparência Taubaté, que não existe mais, não passa de um grupo ranhetas, prontos a enxovalhar e a caluniar quem discorde de suas idéias esdrúxulas..

São seres abjetos, capachos dos oligarcas taubateanos.

Este grupo calou-se, pois não tem como argumentar contra as denúncias veiculadas por este blog desde outubro de 2011, envolvendo diretamente o subchefe e o chefe do clã dos Ortizes.

Tripudiaram sobre as postagens que denunciavam a reunião furtiva de Ortiz Júnior com empresários e políticos num restaurante à beira da Dutra, em Taubaté.

Peixoto não é prefeito, mas continua réu no Tribunal Regional Federal/SP, onde está sendo processado por improbidade administrativa.

Ortiz Júnior é prefeito e réu na 14ª Vara da Fazenda Pública da Capital, onde responde a processo por improbidade administrativa.

O vereador desnecessário Joffre Neto (PSB) é réu na Vara da Fazenda Pública de Taubaté, igualmente por improbidade administrativa.

Os transparentes de Taubaté e uma nota de três reais valem a mesma coisa: nada. Não passam de pseudomoralistas!

Enquanto isso, a galinha continua cantando de galo, os pintinhos concordam e piam suas  desculpas ao prefeito tucano pela imoralidade de sua prática administativa. Para eles, o que Ortiz Júnior está fazendo é normal.

Ah! Se fosse o Peixoto...

Esta e outras informações podem ser lidas em nossa fã page.