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domingo, 27 de janeiro de 2013

MADAME MIN E VERRUGA TAGARELA SÃO
ZAROLHOS: SÓ ENXERGAM DE UM LADO.

A simpática Madame Min da Disney deve estar preparando alguma poção para tentar conter a ira de sua homônima taubateana, que tem índole perversa simplesmente por ser perversa. O passado da nossa Madame Min a condena. Na há nenhuma lisonja nele que possa orgulhar seus familiares.

Na juventude nossa Madame Min foi, digamos, levada da breca. Era, dizem, uma moça bonita, que vivia cercada de rapazes em uma casa da rua XV e Novembro. Assídua nas noites taubateanas, a jovem Madame Min deu muito trabalho para seus familiares, que a levavam para casa antes que fosse parar no Pronto Socorro em coma alcoólico.

Nossa personagem foi abandonada no altar duas ou três vezes, mas se casou. Constituiu família, os filhos cresceram, porém, os familiares se afastaram da megera, porque megera ela sempre foi. A sogra não tem o menor apreço por ela e não a vê há muitos anos.

Certa vez a Madame Min comprou um carro. E não aguentou pagar as prestações. Teve que se desfazer do veículo para escapar do financiamento, que não suportou pagar. O dinheiro estava curto, como encurta na vida de todos nós.

Hoje, a Madame Min de Taubaté não passa de um anciã vingativa, patrulheira da vida alheia, perseguidora, venenosa e irascível. Tenta, assim, sepultar o passado que não lhe sai da lembrança.

Suas sandices de mulher mal amada podem ser lidas na internet. Ela escolheu um alvo e um vereador para atacar, não diretamente, talvez por covardia.

A ridícula senhora, para proteger assessores do vereador desnecessário, aponta seu dedo purulento para outros assessores, de outros vereadores, e os acusa de usarem a internet em horário de expediente.

Arrogante, trata-os por seus empregados, por serem funcionários públicos nomeados para exercer cargo na Câmara Municipal.

Este Velhinho de Taubaté que se sustenta, com muito orgulho, da renda mensal que lhe é proporcionada pelo INSS, para desespero do Verruga Tagarela, tem guardadas todas as postagens da nossa anciã, bem como os comentários de assessores do vereador desnecessário feitas durante o expediente na Câmara Municipal.

A nossa Madame Min, talvez por viver isolada dos familiares, busca na internet o carinho que não tem em casa. Não sei dizer se Perácio, Apolônio e Mefistófeles vivem com ela. Não creio, pois nossa Madame Min é uma serpente, ao contrário da simpática bruxinha de Disney.

Nosso wart tagarela é coproprietário de uma escola de inglês. Representante do que há de mais retrógado no mundo político taubateano, não passa de um faxineiro de poleiro de tucano. Vive grudado na internet. É sempre o primeiro a fazer comentários tão idiotas quanto o próprio de apoio à Madame Min.

O que seria da Madame Min sem sua amiga Maga Patalójika?

Uma não vive sem a outra.

Tenho em meu arquivo texto da nossa spell criticando um vereador que “devia estar trabalhando pelo povo” e usava a internet durante o expediente. A postagem é de 2011.

A Madame Min disse que o vereador desnecessário pode usar a internet na Câmara na hora do expediente. A Maga não se manifestou mas concordou, com certeza. Ela é a mais nova representante da aristocracia taubateana decadente com uma boquinha no serviço público.

Pela lógica da Madame Min, a Maga Patalójika é minha empregada.

Esta e outras informações podem ser lidas em nossa fã page.