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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

QUEM PAGA OS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS?

Carlos Karnas, jornalista e escritor

Quem será que estará pagando a prestação de serviço advocatício para Marco Aurélio Toscano da Silva? Será o tal Querelante (José Bernardo Ortiz - JBO)? Ou será que -- no caso de JBO, que já leva o termo "Boletim de Ocorrência" no próprio nome -- o pagamento sairá do cofre público por meio de ardilosas manipulações contábeis praticadas pelos afeitos ao poder? JBO deve saber muito bem como fazer isso.

De qualquer maneira, Irani, a peça acusatória -- se bem lida e interpretada -- volta-se contra o próprio Querelante. A peça acusatória eleva e estabelece a deletéria conduta e o nefasto perfil do Querelante JBO: homem público e personagem danoso na história recente de Taubaté e do Estado.

O fato de ser réu em inúmeros processos, afastado da presidência da FDE por força da Justiça, ter tido bens bloqueados, estar sob severa investigação judicial e todo o resto, esse conjunto de senões e de conceitos absolutamente públicos não referendam qualquer credibilidade ao tal JBO, o Querelante.

Na verdade injúria, calúnia, mentira, menosprezo ao ser humano e ao cidadão é a prática usual, histórica e absolutamente conhecida de JBO pelo taubateano e pelos seus críticos. Será JBO sempre criticado e repelido pela sua arrogância e abusividade no patamar do poder. É sim mentiroso, enganador, ludibriador e abjeto como revelam os fatos da sua vida pública, estampados há décadas pela mídia local, regional e nacional. A boa garimpagem do que está publicado nos veículos de comunicação social todos, reforçam o caráter desvirtuado e indigesto desse homem público traiçoeiro, maldoso, perseguidor, inescrupuloso e indigesto que é.

JBO é opressor dos que revelam as verdades que moldam o seu caráter, a sua conduta conhecida, as quais o desmoralizam. Jamais se volta contra forças maiores que se identificam com os jogos dos seus próprios interesses. Esses, como predadores na vida pública, se locupletam e têm rabo preso um do outro. Daí o Querelante JBO querer atingir você, Irani. Pura mesquinharia e inépcia. O que você publicou a respeito de JBO não é invenção: está fundamentado em documentação consistente e por toda a imprensa local, regional e nacional ao longo de tempo. Mas como é típico e usual em JBO, o doméstico é o que mais o perturba. É o doméstico que mais o conhece e sabe das suas mentiras, também das verdades que o arruínam.

JBO sempre e só se preocupou, na Justiça, em causas pessoais que expõem suas chagas, o câncer que é. Como homem público não demonstrou essa aplicação para as causas coletivas. Isso demonstra que ele teme e foge do coletivo. Não suporta a cidadania. Tem você como alvo para calar a imprensa que não pode e não deve ser calada, como baluarte e último reduto para se manter e elevar a prática democrática. Há voz necessária e indispensável na imprensa. A livre circulação de ideias, análises e opiniões é direito e está na constituição. Palavra não é crime, é atitude de respeito ao estabelecimento da verdade.

A peça de acusação do tal Querelante, JBO, enaltece você, meu caro Irani, diante das verdades pelas quais você luta. Tudo o que você postou é referendado por universo real de pessoas e cidadãos de bem, que sustentam a honestidade, a política com ética e moralidade, com princípios e ações irrepreensíveis das políticas públicas e praticadas por homens públicos relevantes; sem corrupção, conluios ou negociatas ou inverdades. Por isso, e por si só, a peça de acusação de JBO, por meio de escritório alienígena para o reduto taubateano, é tiro no pé do próprio JBO. Suas práticas o desmoralizam dia a dia, cada vez mais, insistentemente, indefinidamente. É o que insiste com as suas mentiras, e só mentiras, estabelecer a sua verdade que não existe e que ninguém mais acredita.

Esta e outras informações podem ser lidas em nossa fã page.