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domingo, 3 de março de 2013

ARREPENDIMENTO MATA?
ENTÃO MEREÇO MORRER!

Neste final de semana, revisitando textos escritos para este blog, revejo opiniões e informações postadas e concluo que jamais perderei minha crença na política, a roda que move o mundo.

Minha militância independente no jornalismo, até onde foi possível, me rendeu, ao longo da carreira, pelo menos duas ou três demissões.

A última delas foi em 2002, da Rádio Cacique. Minha demissão da emissora teria sido uma imposição de José Bernardo Ortiz, que cumpria, à época, seu terceiro mandado como prefeito desta urbe quase quatrocentona, segundo Joffre Neto.

O tempo passou, minha aposentadoria chegou e, com ela, este blog enxerido, nascido no final de julho de 2010. Que tipo de blog faria nem eu sabia. Tateava os temas. Meu pendor pela política me fez tratar deste assunto.

O catão da Vila São Geraldo (de gravata), comandou reunião na casa de sua
fiel escudeira Regina Soldi, em agosto de 2011, três dias antes do
julgamento de Peixoto. Estou ao fundo, na porta. Desiludidos, quase todos
deixaram a Transparência por se sentirem enganados por Joffre Neto
O blog começou a crescer em 2011, quando publicou o depoimento de Fernando Gigli ao Gaeco sobre possíveis irregularidades que teriam sido cometidas pelo ex-prefeito Roberto Peixoto.

A divulgação do documento me custou um processo, no qual fui brilhantemente defendido pelo advogado Brenno Gontijo, e a instalação de uma comissão processante na Câmara Municipal, que visava cassar o ex-prefeito canastrão.

Não me arrependo das críticas que fiz a Roberto Peixoto ou aos vereadores. Meu arrependimento é descobrir, tardiamente, que fui manipulado pelo catão da Vila São Geraldo, como dezenas de outros taubateanos de boa fé.

O vereador desnecessário usou a mídia, as redes sociais e o movimento anti-Peixoto para se eleger. Acreditei, sinceramente, que estava fazendo o certo. O errado era se deixar manipular pelo ardiloso Joffre Neto.

No dia 10 de dezembro de 2011 publiquei uma manifestação de Joffre Neto, na qual o vereador desnecessário se traveste de catão para denunciar a união espúria do PV com o PSDB na Câmara Municipal. O vereador desnecessário, hoje, não passa de um reles defensor do futuro ex-prefeito de Taubaté.

Leia aqui e diga: tenho ou não razão para me arrepender?