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quinta-feira, 4 de abril de 2013

DESGOVERNO TUCANO DEMITE
ALDINEIA E ANDREIA GONÇALVES

O futuro ex-prefeito de Taubaté está mais perdido que cego em tiroteio. Seu governo está sem rumo, caminha a esmo para um futuro incerto e aterrador para nós, taubateanos, que não sabemos escolher nossos governantes.

Depois da demissão da secretária de Saúde, Aldineia Martins, no começo da tarde de quarta-feira (3), o início da noite foi reservado para a demissão da secretária de Meio Ambiente, Andreia Gonçalves, que ocupava a Pasta havia menos de três meses.

A demissão de Andreia Gonçalves foi mantida em sigilo. Até às 23h50 de ontem (3) o assunto não havia se tornado público. Porém, um internauta postou comentário neste blog anunciando a demissão da secretária.

O comentário está lá, na postagem sobre a demissão de Aldineia Martins. (Leia aqui).

A Andreia do Meio Ambiente também.”

O deputado Padre Afonso perde a força e a influência no (des)governo tucano. O PV perde, em um só dia, duas secretárias municipais, mas Ortiz Júnior pode contar com o apoio do vereador Jeferson Campos, que carrega a bandeira do adesismo na Câmara Municipal.

Demitido da FDE pelo governador Geraldo Alckmin, o caudilho Bernardo Ortiz  está livre de uma possível CPI na Assembleia Legislativa. Não precisará, portanto, do cobertor protetor do deputado do PV para fugir da inquisição a que, mais cedo ou mais tarde, seria submetido na Alesp.

Padre Afonso virou um peso morto na atual administração. O futuro ex-prefeito desta urbe quase quatrocentona pôde se dar ao luxo de apunhalar o parlamentar sem remorso, que traiu o povo taubateano ao se aliar aos Ortizes (como gosta o Barbosa Filho), contra os interesses de Taubaté.

A adesão do futuro ex-deputado taubateano à candidatura de Ortiz Júnior no segundo turno das eleições municipais deixou de ser estranha quando as duas (Aldineia Martins e Andrea Gonçalves) foram nomeadas para compor o secretariado do tucano.

Precisamos nos levantar para protestar, para exigir que a Justiça Eleitoral cumpra com a sua obrigação de julgar as denúncias existentes contra Ortiz Júnior. Não é mais possível suportar tanta demora.

Taubaté não pode viver nesse impasse jurídico ad infinitum.

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