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sexta-feira, 12 de abril de 2013

QUEM AGUENTA CONVIVER COM
O CATÃO DA VILA SÃO GERALDO?

A advogada Hélcia Freire não trabalha mais com o vereador desnecessário Joffre Neto (PSB). O catão da Vila São Geraldo perde uma de suas mais fieis colaboradoras. Quem aguenta conviver sob as ordens do arrogante parlamentar?

O caldo entornou na última quarta-feira. Hélcia Freire e Joffre Neto discutiram no horário do almoço, sem testemunhas. À tarde, a competente advogada não participou da sessão ordinária de quarta-feira na Câmara Municipal.

Ontem (11), Hélcia Freire pediu exoneração do cargo que ocupava no gabinete do vereador Joffre Neto. Seu pedido de demissão consta do boletim legislativo publicado hoje (12).

A competente advogada foi uma das mais fieis seguidoras de Joffre Neto na (quase) extinta Transparência Taubaté e no grupo social Taubaté de Peixoto, criado pelo catão da Vila São Geraldo para se promover e combater o ex-prefeito Roberto Peixoto.

Hélcia Freire era uma das figuras mais ativas do grupo liderado pelo vereador desnecessário. Era de sua lavra, e de seu filho, as petições encaminhadas à Justiça, todas contra o ex-prefeito.

A advogada acompanhava passo a passo os (muitos) processos contra o antigo prefeito canastrão.

Não foi surpresa para ninguém quando Hélcia Freire foi nomeada para trabalhar na assessoria de Joffre Neto na Câmara Municipal.

Quando era apenas um desempregado, que vivia de “bicos”, prestando assessoria para câmaras municipais da região, o notório saber do catão da Vila São Geraldo se escorava no conhecimento da advogada para elaborar relatórios e faturar algum dinheiro.

Hélcia Freire tem ética e jamais confirmará o que acabo de escrever, embora tenha deixado escapar, numa das muitas conversas telefônicas que mantivemos o ano passado, que estava concluindo um relatório para a uma comissão processante instalada na Câmara Municipal de Caçapava.

Leia aqui uma ação em que Joffre Neto e outra de suas fieis seguidoras pede, na Justiça, o fechamento deste blog. A petição é da lavra de Hélcia Freire. Tudo foi feito gratuitamente.

O catão da Vila São Geraldo estava desempregado e não podia pagar pelo patrocínio de suas ridículas ações.

A humildade de Joffre Neto se eavaporou após sua eleição para a Câmara Municipal. Como o escorpião da fábula, o vereador desnecessário injetou seu veneno no sapo que acabara de ajudá-lo a atravessar o rio do desemprego arrumar um lugar ao sol.

Quem será a próxima fiel escudeira do catão da Vila São Geraldo a descobrir o que está debaixo da pele de cordeiro do catão da Vila São Geraldo.?

Boa sorte, Hélcia Freire! Você se livrou do “chefe” em boa hora.