Páginas

quinta-feira, 9 de maio de 2013

IPMT DESCARTA CONVÊNIO COM UNIMED

Em resposta à vereadora Pollyana Gama (MD), presidente do órgão afirma que medida é inconstitucional;, pois o convênio com a Fust foi rompido para a fusão dos hospitais Universitário e Regional. A "tucanagem" começou com a tentativa de terceirizar a saúde de Taubaté para as OS, rejeitada pela Câmara Municipal.

Prosseguiu com a assinatura de convênio com a Unimed, que estaria em estado falimentar em Taubaté, e hoje possui mais de 4 mil associados, pagando R$ 20 cada um pelo convênio. A Prefeitura trocou uma despesa anual de cerca de R$ 800 mil por uma que pode passar dos R$ 5 milhões.

O presidente do IPMT (Instituto de Previdência do Município de Taubaté), Sérgio Luiz Nascimento, descartou a possibilidade de contratar operadora de plano de saúde para atendimento dos seus segurados. Em resposta ao requerimento 963/2013 da vereadora Pollyana Gama (MD), o responsável pelo órgão justificou que a contratação do plano esbarraria no inciso III, artigo 1º da Lei Federal 9717/98 que restringe os “fundos previdenciários apenas ao pagamento de benefícios dos respectivos regimes”.

No início do mês de abril, a vereadora Pollyana Gama encaminhou requerimento ao presidente do IPMT para questionar a situação da contratação de operadora de plano de saúde em benefício dos aposentados e pensionistas. A iniciativa da parlamentar foi tomada com base na recente transferência da administração do Hospital Universitário (HU) para o Governo do Estado, que impactou diretamente no convênio médico com a Fundação Universitária de Saúde de Taubaté (Fust), antiga administradora do HU.

“Inúmeros aposentados e pensionistas nos procuraram e, por conta disso, decidimos requerer um posicionamento oficial para esclarecer o problema. Por outro lado, esses segurados que não pertencem mais ao quadro da administração municipal não podem ficar desamparados”, disse.

Abaixo, a íntegra da resposta do presidente do IPMT à vereadora Pollyana Gama: