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sábado, 4 de maio de 2013

JUSTIÇA BRASILEIRA É SELETIVA,
AFIRMA BARBOSA NA COSTA RICA

O insuspeito presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, esposa a tese que há séculos ronda o judiciário brasileiro, de só agir duramente contra pobres, pretos, putas e, acrescentamos recentemente, petistas. Todos tem esta sensação, que se transforma em realidade quando se estuda detidamente as decisões judiciais.

Quando criticamos as últimas decisões de Justiça Eleitoral de Taubaté sobre as ações de investigação impetradas pelo Ministério Público Eleitoral, chamamos a atenção para este fato.

Fui repreendido, educadamente, por expor minha opinião. Pois bem!

O Estadão deste sábado traz reportagem sobre o discurso de Joaquim Barbosa proferido sexta-feira (3) durante congresso sobre liberdade de imprensa na Costa Rica.

“A Justiça brasileira pune majoritariamente pessoas pobres, negras e sem relações políticas”, disse o ministro.  A íntegra da notícia pode ser lida aqui.

Convenientemente, a Justiça Eleitoral de Taubaté se exime de julgar o que lhe compete julgar – a ações de investigação judicial eleitoral contra Ortiz Júnior.

A leniência da Justiça Eleitoral de Taubaté, que não chamou, entre outros, o engenheiro Francisco Oiring para depor. Corrobora aquilo que todos sabem e sentem: a justiça brasileira em seletiva.

Clique aqui para ler o depoimento de Chico Oiring ao Ministério Público que pode acelerar o processo por improbidade administrativa que Ortiz Júnior e seu pai, Bernardo Ortiz, respondem na Capital.

A declaração de Oiring ao Dr. Silvio Marques, da 4ª Promotoria do Patrimônio Público e Social da Capital, é peça importante a demonstrar que houve lavagem de dinheiro na campanha tucano e que parte desse dinheiro teria sido produto de propina, o que a 14ª Vara da Fazenda Pública está investigando.