Páginas

quarta-feira, 31 de julho de 2013

ESQUEMA MAFIOSO EM TAUBATÉ

“O Poderoso Chefão”, de Francis Ford Copolla, retrata com maestria o poder da Máfia representado pela família de Dom Corleone na Nova York dos anos 1940/1950:

Jornalistas, juízes, promotores, policiais e parlamentares integravam a folha de pagamento do mafioso, além de assassinos de aluguel e os “soldados” do esquema.

Os anos se passaram, mas os métodos continuam os mesmos.

Taubaté não chegou a tanto.

O esquema é representado pela conivência e conluio entre os detentores do poder e o falso testemunho de empregados subalternos que se sujeitam a mentir descaradamente em nome de uma moralidade inexistente.

A máfia ressuscitada em Taubaté tem métodos próprios para comprar autoridades capazes de perpetrar as maiores barbaridades para defender para defender seus chefes.

Funcionários são obrigados a mentir para se garantir no emprego e auferir seus caraminguás no final do mês.

É um dinheiro sujo, mas há quem venda a própria consciências para testemunhar falsamente contra quem incomoda os poderosos do momento.

Como é do conhecimento dos leitores deste blog, respondo a dois processos (movidos contra mim pelos Ortiz – pai e filho) e a dois inquéritos policiais (ambos em andamento).

Não me calarei diante da pressão daqueles que se julgam acima das leis.

Continuarei denunciando todas as falcatruas que tiver conhecimento.

Não esmorecerei nem me curvarei diante de autoridades porque vivo sob o império da lei e a lei há de prevalecer, custe o que custar.

Recebi ontem (30/07) nova intimação para depor na Delegacia de Polícia.

Estou preparado para responder o que me for perguntado.

A razão me assiste.

A lei não pode ser subvertida para punir inocentes.

Se o leitor não entende meu desabafo, aguarde os próximos capítulos desta história.