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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

CATÃO DA VILA SÃO GERALDO
E CORRETOR EXPÕEM VÍSCERAS

O sorriso cínico estampado no rosto não escondia o tamanho da arrogância do catão da Vila São Geraldo, que esteve desempregado até outro dia e só chegou à Câmara Municipal, onde teremos que suportá-lo nos próximos três anos e meio, graças a uma conjunção de fatores que o favoreceram.

1)    A péssima e descontrolada administração do ex-prefeito Roberto Peixoto (sem partido) possibilitou que se apresentasse á população como incorruptível, capaz de varrer todos os desonestos existentes nesta urbe quase quatrocentona.

2)    Alguns de seus seguidores o apontavam eleitoral como o “vereador necessário”, o catão que acabaria com a corrupção em Taubaté. Foram todos enganados pelo arrogante vereador, cada vez mais desnecessários na vida pública dessa cidade de homens honrados, excetuando-se uma certa elite política.

3)    Não fosse o PSB lhe dar abrigo eleitoral, o catão da Vila São Geraldo estaria desempregado até hoje, vivendo das sobras do banquete dos poderosos.

4)    A tática de desmoralizar publicamente quem se opõe aos seus interesses foi usada para atacar um verme da política local, um boçal asqueroso tão ignóbil quanto ele. Catão e corretor se merecem. São farinhas do mesmo saco.

Joffre Neto deu um tiro no pé. Perdeu seus últimos correligionários. Está fadado ao desemprego após as eleições municipais de 2016.

O falso catão não tem moral para vituperar contra quem quer que seja.

O catão da Vila São Geraldo é réu por improbidade administrativa na  Vara da Fazenda Pública de Taubaté, onde responde por crime de improbidade administrativa.

Mentiroso, o vereador desnecessário não passa de um calhorda, um ser desprezível que infesta a política local. Ardiloso, usou centenas de taubateanos de boa-fé para se manifestar contra o antigo prefeito canastrão.

Puro teatro!

Quando se sente acuado, não tem pejo de mentir e tergiversar em benefício próprio. Tenta desconcertar o interlocutor com acusações que sabe serem falsas.

Houve época que os seguidores do catão da Vila São Geraldo beijavam o chão que ele pisava. Acreditavam em suas aleivosias. Hoje se mostram arrependidas. Antes tarde do que nunca.

Ao expor as vísceras do corretor que se manifestava (legitimamente) contra o que considera gastos excessivos da Câmara Municipal, Joffre Neto tornou pública sua própria idiossincrasia, falsidade e arrogância.

A chuva de críticas recebidas de antigos correligionários são a prova do estrago que seu arrogante, mentiroso e desrespeitoso discurso causou entre seus antigos eleitores.

A carreira política do catão da Vila são Geraldo chega ao fim melancoliamente.

Para ter uma boa noção sobre a personalidade esquizofrênica do vereador desnecessário, assista este vídeo,  produzido em 2004 pela antiga TV Setorial.