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terça-feira, 26 de novembro de 2013

GOLPE TUCANO EM IBATE

A prefeita eleita de Ibate no pleito suplementar de 6 de outubro último, Lucieni Spilla (PSDB), foi derrotada por 4 a 2 pelo TRE, que manteve a decisão do juiz da 410ª Zona Eleitoral, que a considerou inelegível. Portanto, a tucana obteve uma “vitória de pirro”.

Alessandro Magno de Melo Rosa e Horácio Camo Sanches, ambos do PADS,eleitos prefeito e vice-prefeito de Ibaté no pleito de outubro de 2012, foram condenado pelo TSE por abuso de poder econômico, e tiveram seus registros cassados pela suprema corte eleitoral brasileira.

O golpe tucano não deu certo. O TRE, assim como a JE de Ibate, considerou Lu Spilla, vencedora do pleito suplementar no minúsculo município paulista de pouco mais de 30 mil habitantes, uma fraude eleitoral. A tucana chegou a tomar “posse” do cargo em praça pública no dia 10 de outubro, mas teve seu registro cassado pelo TRE quatro dias depois.

A corte eleitoral paulista entendeu  que Lu Spilla, manteria união estável com o ex-prefeito José Luiz Parrela – Zé Parrela, a quem não poderia suceder por força do art. 14º, § 7º da Constituição Federal, que define condições de inelegibilidade para cônjuge e parentes consanguíneos ou afins de diplomados para cargos do Poder Executivo.

TAUBATÉ

O prefeito Ortiz Junior (PSDB), cassado em primeira instância pela Justiça Eleitoral, pode ter seu registro cassado pelo TRE em julgamento que ainda não tem data marcada.

Caso tenhamos novas eleições em Taubaté, os tucanos a disputarão, com certeza. Quem os Ortiz tirarão da cartola para disputar o pleito suplementar taubateano, se houve?

Que interpretação daria a Justiça Eleitoral caso Jandira Ortiz (mãe) ou Diego Ortiz (irmão) sejam inscritos para disputar o pleito extraeleitoral de 2014?  Seria considerada uma nova eleição, sem sucessão do atual prefeito? Ou por serem parentes consanguíneos estariam impedidos de disputar as eleições?

Cairemos na mesma "esparrela" de Ibaté? (Desculpem, mas a piada veio pronta)