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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

EMBUSTE À VISTA: TUCANO
RECORRE FORA DO PRAZO

O prefeito cassado Ortiz Junior (PSDB) preparou mais um embuste para iludir o taubateano incauto. A informação passada ao jornal joseense O Vale não se sustenta por 12 horas. A aprovação do novo recurso interposto depende de parecer da Procuradoria Regional Eleitoral.

O jornal foi informado que os advogados de Ortiz Junior entraram com recurso no TSE, via TRE, contra a decisão da corte eleitoral paulista que mandou, na sessão do dia 12 de novembro último, a Justiça Eleitora de Taubaté reabrir a AIJE 952-92.2012.626.0141, arquivada sem julgamento.

O recurso tucano é intempestivo.

Assim como perderam o prazo para recorrer da decisão da JE de Taubaté, que rejeitou as contas de campanha de Ortiz Junior o ano passado, os advogados do tucano recorreram um dia depois de vencido o prazo para apresentação de novo recurso contra a rejeição dos embargos de declaração da dupla Ortiz Junior/Edson Aparecido de Oliveira, ambos cassados em primeira instância.

No sítio do Tribunal Regional Eleitoral consta que às 15h57 desta terça-feira (26/11) Ortiz Junior e Edson Aparecido de Oliveira interpuseram recurso especial contra a decisão de 12/11 do TRE.

Nove minutos depois, às 16h06, o TRE emite certidão de que no dia 20 de novembro não houve expediente no tribunal eleitoral paulista por conta do feriado do Dia da Consciência Negra, na Capital.

Passados mais dez minutos, às 16h16, o TRE certifica que, em 25/11/13decorreu o prazo para que o recorrido, Coligação "Taubaté com tudo de novo", interpusesse recurso em face do Acórdão de 12.11.2013”.

Menos de 40 minutos depois, às 16h55, o recurso intempestivo do prefeito tucano e de seu vice foi encaminhado à PRE, para emissão de parecer.

Ou seja: a meia informação passada ao jornal é mais um embuste preparado pela assessoria tucana para confundir os leitores do jornal. Por certo, os serviçais do prefeito embusteiro estão esparramando a notícia pelas redes sociais.

Não à toa, o excelente e responsável Júlio Codazzi, repórter do jornal, não conseguiu ouvir a versão do advogado Marco Aurélio Toscano, o único que poderia falar à repeito, segundo o próprio jornal.