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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

ALEGAÇÃO DE QUE ASSALTO FOI NA RUA
NÃO LIVRA BANCO DE INDELIZAR

José Carlos Cataldi, jornalista e advogado

Se a finalidade do banco é por a salvo o tesouro do cliente, nada mais justo que cobrar dele a indenização por permitir que, de seu interior, pessoas passem informes sobre altos saques ao restante da quadrilha que está na rua.

No caso decidido pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, a cliente do Banco Real, hoje Santander, alegou que o estabelecimento não ofereceu segurança para que ela sacasse alta quantia em dinheiro, o que teria contribuído para o assalto.

Em Pindamonhangaba aconteceu caso semelhante. Cliente saiu do Banco do Brasil e foi assaltada em frente ao Lessa.  Acabou ficando cega dos dois olhos.

No caso em Minas, mesmo afirmando que o assalto foi fora da agencia, o banco perdeu para a vítima em primeiro grau e em recurso, pois o entendimento é que deveria assegurar a privacidade e segurança de seus clientes no momento do saque onde, aliás, se inicia a ação criminosa conhecida como “saidinha de banco”.

Vão se avolumando justas decisões nesse sentido!

Falei e disse!