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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

REVOLUCIONÁRIOS CIBERNÉTICOS
DE TAUBATÉ SÃO INOCENTES ÚTEIS

Os revolucionários cibernéticos, que se julgam capazes de mobilizar a sociedade contra o “mar de corrupção” que nos afoga, replicam textos, caricaturas, charges, etc., sem se preocuparem com suas origens.

Nascido em São Paulo, o MCC (Movimento Contra a Corrupção), pródigo em reproduzir textos contendo críticas ao governo federal e à presidenta Dilma, em particular, é um destes grupos.

Não há, na página do MCC, um só texto que faça referência ao tremsalão tucano em São Paulo, que justifique o apelido adotado pelo grupo de movimento contra a corrupção. A única corrupção existente é a protagonizada pela PT?

Uma rápida pesquisa na página do grupo mostrará aos incautos internautas que se trata de um grupo de direita, patrocinado por partidos de direita. Fica claro que o PSDB está por trás deste “movimento”.

O que me preocupa é ver taubateanos replicarem o conteúdo desta e de outras páginas como se estivessem fazendo um grande favor a nós na luta contra a corrupção.

As redes sociais são inundadas diariamente com “panfletagem” anticorrupção, com sugestões da volta dos militares ao poder e críticas, muitas críticas, aos políticos. Não vejo, na mesma proporção, críticas ao Poder Judiciário, como se certas decisões não fossem tomadas politicamente por nossos magistrados.

É muito mais fácil promover a revolução cibernética sem participar da “vida política” da sociedade, só criticando os políticos pelos males que nos afligem. Nossos políticos são ruins porque nossa sociedade é pior, se diz “apolítica” mas age politicamente.

Meu recado para os internautas taubateanos é que não façam o jogo sórdido destes grupo moralistas. Não deem guarida a grupos que dizem combater a corrupção mas que, na verdade, se serve dela para tirar o poder das nossas mãos, o povo.

“Pai, perdoa-lhe, eles (internautas taubateanos) não sabem o que fazem” – Lucas, 23.34.