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sábado, 22 de fevereiro de 2014

COMO INTERPRETAR A CONDENAÇÃO
DE ORTIZ JUNIOR PELA JUSTIÇA CÍVEL?

A língua portuguesa é riquíssima e lhe possibilita interpretar uma dada situação de acordo com o seu ponto de vista.

Por exemplo: a condenação de José Bernardo Ortiz Monteiro Junior (PSDB) pode ser analisada apenas pelo aspecto da “vitória“ judicial obtida pela advogada Gladiwa Ribeiro, que processou o futuro ex-prefeito de Taubaté por assacar contra a sua honra em debate televisivo durante a campanha eleitoral de 2012.

Prefiro analisar o caso pelo prisma da “derrota” sofrida pelo futuro ex-prefeito de Taubaté. Ortiz Junior é mentiroso, segundo entendimento da juíza Márcia Rezende Barbosa de Oliveira, da 3ª Vara Civil, que, de forma suave, diz em sua sentença condenatória que as alegações de Ortiz Junior contra a advogada “não expressam com exatidão” (sic) o que se mostrava nos autos.

As noites indormidas de Ortiz Junior, desde 17 de fevereiro, quando foi condenado a indenizar Gladiwa Ribeiro por danos morais, não encontra paralelo no clã dos Ortizes: condenado por ferir a honra alheia com mentiras.. O tucano não conseguirá regurgitar a derrota, que caiu como uma pedra em seu estômago.

É hora de lembrar as cajazeiras e os sabujos do futuro ex-prefeito de Taubaté que indiretamente também foram “derrotados” no processo 0007486-53.2013.8.26.0625.

Portanto, é chegada a hora de vocês genuflectirem e pedirem perdão à corajosa advogada taubateana, que derrotou Ortiz Junior nos tribunais.

Ao prefeito condenado pela Justiça Civil, dou uma sugestão: a indenização por danos morais que o senhor deverá pagar a Gladiwa Ribeiro é de apenas R$ 15 mil. Que tal repassar a ela uma das três casinhas declaradas à Justiça Eleitoral quando se candidatou a prefeito desta urbe quase quatrocentona?

Afinal, cada uma delas foi avaliada pelo senhor mesmo em R$ 15 mil, que é o valor estipulado pela Justiça Civil para indenizar Gladiwa Ribeiro. Tenha bons sonhos, se for possível dormir com um barulho desses.