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sábado, 22 de março de 2014

QUÁ QUÁ QUÁ QUÁ! #NAOTEVEMARCHA

O fiasco se estabeleceu na Praça da República, centro da Capital paulista, com os “marchadores” da família com Deus pela liberdade de 2014, 50 anos e três dias após a marcha de 1964, que reuniu mais de 500 mil pessoas no mesmo local, num dia 19 de março.

Naquela época, “o perigo comunista” era representado pelo presidente João Goulart, que acabou derrubado pelos militares, com grande apoio dos empresários brasileiros e, dizem, dos dólares da CIA, no dia 1º de abril de 1964 e não no dia 31 de março como querem os saudosistas do golpe.

"Marchadores" não comoveram o povo... quá quá quá quá...
Há 50 anos, éramos um Brasil inocente, a comunicação social era tímida. A televisão, este grande meio de comunicação, ainda engatinhava, já com 14 anos de vida. Os brasileiros colhiam informações no rádio, nos jornais, nas revistas (O Cruzeiro e Manchete, principalmente) e no Repórter Esso, na TV Tupi.

O Brasil caminhava para a promoção da desigualdade social, a reforma agrária e melhor distribuição de renda. A classe média não deixou. Associou-se aos militares para arrancar Jango do governo popular de então. Agora querem fazer o mesmo com Dilma, mas não farão porque não há clima para outro golpe.

Fotógrafo é atingido por marchadores fascistas
Esta mesma classe media que odeia ver pobre voando de avião, ao invés de frequentar aeroporto apenas para vê-los embarcar tenta impingir aos brasileiros que os governos trabalhistas de Lula e Dilma querem transformar a América do Sul em um grane quintal comunista, obviamente aliado da Rússia. Hoje, bisnetos e netos de velhos golpistas querem porque querem um novo golpe.

Saíram frustrados da “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”. Tudo o que os (quá quá quá quá!) manifestantes  conseguiram foi agredir um fotógrafo que registrava o movimento. No mais, foi um fiasco total.

Faltou gente na “marcha” por que ninguém leva a sério a Rachel Sheherazade do SBT ou não acreditam em uma linha do “noticiário” da Falha de S.Paulo?