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quinta-feira, 3 de abril de 2014

JOFFRE NETO É UM ESCROQUE

A cidade de São Luiz do Paraitinga foi fisicamente devastada pela enchente de 1º de janeiro de 2010. Oito metros de água cobriram o município após o transbordamento de seu principal rio, o Paraitinga.

A devastação econômica de São Luiz do Paraitinga atingiu a todos: moradores e poderes públicos. Os prédios da Prefeitura, da Câmara Municipal e do Fórum foram inundados – milhares de documentos públicos e processos foram perdidos.


As paredes de taipa da igreja matriz, erguida dois séculos antes por mãos de escravos, não resistiram e foram ao chão. Parte da história arquitetônica de São Luiz do Paraitinga, berço do sanitarista Oswaldo Cruz, se desfez.

Aqui entra a figura de Joaquim Marcelino Joffre Neto, hoje vereador em Taubaté, na época um desempregado, que vivia de “bico”.

Centenas de taubateanos acorreram a São Luiz do Paraitinga para ajudar sua população e funcionários públicos a retirar das ruas os escombros que restaram de uma cidade destruída.

O cidadão Joaquim Marcelino Joffre Netto também esteve lá naqueles dias, mas não para ajudar a remover entulho que havia por toda parte da cidade.

O Catão da Vila São Geraldo, como o chamamos neste blog, foi à devastada São Luiz do Paraitinga para cobrar pagamento por serviços não realizados, segundo o Tribunal de Contas do Estado.

Joffre Neto agiu como um escroque, um indivíduo sem escrúpulos, que recebeu dinheiro público sem prestar serviço, que abriu uma empresa apenas para emitir nota fiscal e receber seu soldo de uma cidade destruída pela mais severa enchente da histórica cidade serrana.

O Catão da Vila São Geraldo não perde por esperar.

A partir das próximas matérias que postarei sobre as atividades do vereador Joaquim Marcelino Joffre Neto em São Luis do Paraitinga, o Catão da Vila São Geraldo perderá a excelência.

Joffre Neto não passa de um embusteiro, um ser abjeto, enganador, abominável, desprezível, manipulador, medíocre.

Abaixo, a moção de desagravo que o Catão da Vila São Geraldo apresentou na sessão de ontem (02/04) em favor do Padre Tequinho, para afagar a Igreja e, quem sabe, angariar alguns votinhos no futuro.

Ressalto que não foi um desagravo unânime. Metade dos vereadores não o assinou.

Abaixo, o “desagravo” proposto por Joffre Neto