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segunda-feira, 21 de abril de 2014

O CAUDILHETE ORTIZ JUNIOR E
A PERSEGUIÇÃO A PROFESSOR

O caudilho exonerado da FDE não está aposentado. Apesar da idade, ainda tem fôlego para frequentar seu “gabinete” em secretaria municipal e dirigir o caudilhete na condução do trágico destino desta urbe quase quatrocentona.

Como uma marionete, Ortiz Junior é manipulado pelo pai. Obedece cegamente ao velho caudilho. não se sabe se por temor reverencial ou por incompetência. Na dúvida, fico com as duas hipóteses.

A “competência” do atual prefeito (?!) de Taubaté foi demonstrada em São José do Barreiro, onde o seu Instituto Gondwana cobrou R$ 40 mil para elaborar o plano diretor do município.

O “instituto” não tinha competência para elaborar o Plano Diretor de São José do Barreiro. Resultado: o prefeito foi obrigado pelo TC a ressarcir o prejuízo ao município.

O aprendiz de caudilho precisa do pai para governar (?!) esta infeliz cidade. O velho caudilho, de seu “gabinete” na Secretaria de Serviços Urbanos, determina as prioridades da administração (?!) municipal.

Bernardo Ortiz fotografado, com celular, no gabinete de secretário
Agora mesmo está em curso um processo administrativo disciplinar contra o professor Fabrício Peres, que teve a coragem de enfrentar os desmandos dos famigerados Ortizes.

A tentativa de punição ao professor da rede pública municipal de ensino é a confirmação de que o saco de maldades da famiglia Ortiz não tem fundo.

Foi assim nas administrações anteriores de Bernardo Ortiz. Perseguir e ameaçar funcionários que não seguem rigorosamente sua cartilha dá demissão, mesmo que ela seja realizada ao arrepio da lei.

Foi assim com Julio Cesar de Oliveira, demitido por Bernardo Ortiz mesmo sendo funcionário concursado e de confiança. Resultado: anos depois, Julio Cesar foi readmitido por ordem judicial e recebeu os salários que lhe foram tirados pelo velho caudilho taubateano.

Aqui, a portaria publicada sobre a pretendida punição ao professor Fabrício Peres.