Páginas

terça-feira, 6 de maio de 2014

INVESTIGAÇÃO SOBRE ORTIZ JR
É NOTÍCIA VELHA. SAIBA POR QUE

Os internautas que acompanham as publicações deste blog sabem, desde 6 de fevereiro deste ano, que o prefeito (?!) Ortiz Junior (PSDB) está sob a mira da polícia federal por possível lavagem de dinheiro em sua milionária campanha eleitoral.

Acesse este link para ler a informação completa sobre o assunto, inclusive com os artigos do Código Eleitoral que levaram a Polícia Federal a proceder à investigação, cujo início se deve à bombástica declaração do engenheiro Chico Oiring ao promotor Silvio Marques, em abril do ano passado.

A situação do prefeito (?!) Ortiz Junior não é nada confortável. A Polícia Federal já colheu pelo menos uma dúzia de depoimentos. Chico Oiring foi convocado para depor no próximo dia 15, na qualidade de principal testemunha do inquérito IPL 0277/13-4.

Clique aqui para ler a informação sobre a convocação de Chico Oiring pela PF e aqui para ler a repercussão do depoimento do engenheiro ao Gaeco no portal da Folha de S. Paulo após a publicação da informação neste blog, há um ano.

TURMA DA FDE

O inquérito policial está sob sigilo. Não se sabe, portanto, se a PF ouviu a turma da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), nomeados pelo ex-prefeito Bernardo Ortiz quando presidente do órgão.

Chris Antonio Porto Siqueira Vieira, primo do deputado Gabriel Chalita (PMDB), era responsável pela confecção da “agenda” de Ortiz Junior com empresários para negociar em nome da FDE. Ortiz Junior nunca foi funcionário da FDE, mas atuava no órgão como se fosse seu dirfetor. Chris aparece como “doador” de R$ 9 mil para a campanha de seu “chefe informal.

Também aparecem na lista de doadores os engenheiros Heitor Correa Filho (R$ 9 mil) e Johnny Roberty Bibe de Souza Oliveira, doador de R$ 9 mil e R$ 1,5 mil. Johnny é filho de Geraldo de Oliveira Neto – Geraldo Boi na Brasa, que foi diretor do GEIN na segunda administração de Bernardo Ortiz e atualmente é secretário de Desenvolvimento e Inovação. Ambos foram testemunhas de Ortiz Junior no processo eleitoral que culminou com a cassação do tucano.

Os três, se ainda não foram chamados, terão dificuldades para explicar a origem da doação. Não poderão dizer que “doaram” serviço, que trabalharam na campanha voluntariamente, pois os três estão lotados na Capital, na sede da FDE, na Praça da República.

Em seu depoimento, Chico Oiring deve confirmar tudo que revelou aos promotores do Ministério Público da Capital e acrescentar detalhes esquecidos em seu primeiro e único, até aqui, depoimento.

Muitos jornais serão vendidos até o final desta investigação.