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quarta-feira, 4 de junho de 2014

ASSESSOR ENGANA MUNÍCIPE PARA
AGRADAR CATÃO DA VILA SÃO GERALDO

A fidelidade devotada por Zeca Cobra ao seu chefe, vereador Joffre Neto (PSB), aqui chamado de Catão da Vila São Geraldo, só pode ser explicada por um psicanalista, mas esta é outra história.

Ao se aproveitar da boa-fé de uma munícipe, que procurava apoio de um vereador para realizar exames médicos urgentes, a mulher topou com Zeca Cobra nos corredores da Câmara Municipal.

Segundo a munícipe, ela e o assessor do vereador desnecessário são velhos conhecidos, depôs, em vídeo gravado pela assessoria do vereador Bilili de Angelis (PSD|B), crítico feroz da saúde pública municipal.

O que fez Zeca Cobra?

Segundo o depoimento da mulher, o assessor pediu para fotografar o pedido de exame médico e se prontificou a ajudá-la.

Fotografado o documento, Zeca Cobra o entregou para seu chefe, o verfeador Joffre Neto.

O Catão da Vila São Geraldo comunicou o fato à Secretaria Municipal de Saúde e pediu punição ao médico que indicou à mulher o vereador Bilili de Angelis, que poderia ajudá-la com mais presteza.

O assunto foi amplamente debatido na sessão ordinária de quarta-feira passada pelo vereador Bilili de Angelis, que promete voltar ao assunto na sessão ordinária de hoje (04/06).

Merece análise a atitude Zeca Cobra pelo que ela contém de malícia. Fica claro que o assessor do vereador desnecessário só quis fazer intriga.

Para massagear o ego do chefe, Zeca Cobra engana uma munícipe, sua velha conhecida, e entrega a Joffre Neto a “prova” da influência de Bilili de Angelis na área da saúde pública municipal de Taubaté.

O assessor deu munição para seu chefe agir como gosta, como um “catão”.

No vídeo publicado ao final deste texto, a fala de Bilili de Angelis sobre o assunto e a reação sem educação parlamentar de Joffre Neto, que chama seu desafeto de “cachorro”.

ESCRAVOS MENTAIS

Zeca Cobra é um dos últimos remanescentes dos escravos mentais manipulados há anos por Joffre Neto.

A maioria abandonou o Catão da Vila São Geraldo ao perceber que Joffre Neto usava a máscara do moralismo apenas para enganar os eleitores.

Com Zeca Cobra foi diferente. Ele não abandonou o chefe. Ao contrário. Foi brindado com uma vaga na assessoria do vereador desnecessário.

Era linha de frente da “Transparência Taubaté” para combater a corrupção no governo Peixoto, que continua sendo apurada pelo TRF.

Ao lado do chefe, liderou passeatas para derrubar o ex-prefeito, assinou representações impetradas na Justiça Pública, arregimentava pessoas para os protestos organizados pela “Transparência Taubaté” e foi um dos cabos-eleitorais da campanha de Joffre Neto.

A visão política de Zeca Cobra é estreita.

Ao fotografar um documento para entregar ao seu chefe, Zeca Cobra demonstra que está no lugar certo: a de escravo mental.