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segunda-feira, 7 de julho de 2014

JUSTIÇA CONDENA ORTIZ
(HÁ JUÍZES EM TAUBATÉ)

Tomei emprestada esta frase para titular o texto abaixo, que narra a derrota de José Bernardo Ortiz na Justiça Cível para a advogada Gládiwa Ribeiro, que já bateu o filho do ex-prefeito, José Bernardo Ortiz Monteiro Junior, em processo semelhante.

A sentença da juíza Patrícia Cotrim Valério, da 3ª Vara Cível de Taubaté, contém apenhas três laudas, suficientes para resumir o procedimento ordinário impetrado pela advogada taubateana e a condenação de Bernardo Ortiz ao pagamento de R$ 12 mil por danos morais,

Bernardo Ortiz sempre agiu despoticamente nesta urbe quase quatrocentona, onde reinou por mais de 30 anos acima do bem e do mal. Foi três vezes eleito prefeito e por três vezes elegeu seus sucessores. Só não conseguiu ser reitor da Universidade de Taubaté, seu grande sonho.

Bernardo Ortiz dá seus últimos passos na cena política taubateana e caminha para a porta dos fundos para entrar na história como um déspota a pisotear funcionários públicos, demitir quem ele imaginava fosse seu inimigo e manter a todos obedientes sob sua vara.

O processo 0024353-58.2012.8.26.0625 perdido por Bernardo Ortiz é só mais uma derrota na carreira política do “velho lobo”, que responde a processo por improbidade administrativa na 14ª Vara da Fazenda Pública da Capital e tem uma condenação pelo TJ para devolver mais de R$ 1 milhão para o erário municipal, por conta de contratos superfaturados.

Para quem quiser saber de onde saiu a frase que encima este texto, saiba aqui por que “ainda há juízes em Berlim”, no sítio da Associação dos Magistrados Brasileiros.

NOTA DA REDAÇÃO I: A dupla de advogados Norberto Ribeiro e Gládiwa Ribeiro está se especializando em bater Ortiz nos Tribunais. Foi assim com o prefeito (?!) José Bernardo Ortiz Monteiro Junior e agora com seu pai, Bernardo Ortiz.

NOTA DA REDAÇÃO II: Por conta dos jogos da Copa do Mundo, não publiquei antes a sentença condenatória de Bernardo Ortiz. O faço agora, com atraso, pelo que me desculpo com todos.

Abaixo, a sentença condenatória de Bernardo Ortiz.