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quinta-feira, 17 de julho de 2014

O JULGAMENTO DO TUCANO
E A TRANSPARÊNCIA TAUBATÉ

Graças, em parte, ao contrato que a Prefeitura mantinha com a empresa de Carolino, Joffre Neto liderou
um movimento quase inquisitorial contra Peixoto, que o tirou da fila de desempregados para alojá-lo na Câmara
Municipal. O slogan "LIMPA TAUBATÉ! -  CHEGA DE SUJEIRA" está atualíssimo, inclusive o fornecedor
Ortiz Junior é um recordista!

Em menos de dois anos de governo (quá quá quá quá), o tucano conseguiu superar o ex-prefeito Roberto Peixoto em todos os sentidos: em termos de desastre administrativo e de envolvimento com a Polícia Federal.

Peixoto cumpriu o primeiro mandato (2005/2008) sob a desconfiança dos munícipes taubateanos. Fez um segundo mandato (2008/2012) tão ruim que parecia insuperável... até a posse de Ortiz Junior em 2013.

O tucano fez a proeza de assumir o cargo com as contas de campanha rejeitadas pela Justiça Eleitoral, quando poderia não ser empossado.

Já era sabido pelos taubateanos, a partir das primeiras denúncias publicadas neste blog (maio de 2012) e a matéria de capa da revista IstoÉ na edição 2232, de agosto, que Ortiz Junior tinha envolvimento com fraude na FDE, à época presidida por seu pai, José Bernardo Ortiz.

Três anos depois da escandalização deflagrada pelo Catão da Vila São Geraldo, com passeatas, exibição de faixas e cartazes contra a corrupção em Taubaté, venda de camisetas, etc, para denunciar Peixoto, Joffre Neto se cala vergonhosamente diante dos últimos escândalos envolvendo Ortiz Junior.

O repórter Julio Codazzi, no jornal Gazeta de Taubaté, fez excelente matéria demonstrando que o tucano Ortiz Junior e Roberto Peixoto são farinhas do mesmo saco, compram do mesmo fornecedor.

Não vi, até agora, o megalômano vereador protestar contra o acordo de seu chefe Ortiz Junior com a empresa de Carolino, chamar o CQC para ridicularizar o prefeito (?!) atual com o ator/apresentador vestido de galinha, em alusão aos "ovos de ouro" de Peixoto.

A fogueira da vaidade estampada na cara do Catão: cinismo puro
O Catão da Vila São Geraldo tem uma assessoria incompetente pois, segundo o próprio vereador, ela é responsável, entre outros afazeres, por acompanhar com lupa cada contrato feito pela Prefeitura com seus fornecedores.

E deixaram passar justamente a firma do Carolino, que fornecia ao governo Peixoto desde ração animal até bolas, redes de vôlei e outras bugigangas, sempre a preços superfaturados, dizia a Transparência Taubaté?

A classe média empavonada, que garantiu a eleição da Catão da Vila São Geraldo, hoje chora arrependida (?!). E reclama da escolha no Face::

“Pelo andar da carruagem e da lógica o Joffre não se reelege. Ele foi eleito pela classe média verdadeira com apoio de formadores de opinião da sociedade taubateana, que estão em sua maioria completamente decepcionados com o desempenho e postura do desnecessário. Como é um prepotente, arrogante e antipático, não têm nenhuma penetração junto aos mais humildes. Ele tenta agora através do assistencialismo barato agradar os menos favorecidos mas não é da natureza dele, as pessoas percebem que é uma pessoa problemática e que pouco pode ajudar. Ainda é cedo para falar em reeleição. Ele ainda vai tentar todos os anos ser presidente da Câmara, sem sucesso”

Joffre Neto se cala porque é calhorda, escroque.

O Catão da Vila São Geraldo sentará no banco dos réus dia 13 de agosto, na Vara da Fazenda Pública de Taubaté, para responder por fraude em licitação.

A ironia é que o dia 13 de agosto marcará o 3º aniversário do "julgamento" de Roberto Peixoto pela Câmara Municipal. 

Naquela sessão, os tambores da Transparência Taubaté (quá quá quá quá), sob o comando de Joffre Neto, rufaram na porta da Câmara Municipal desde a abertura dos trabalhos, ao meio-dia, até o encerramento, por volta das 3 horas da madrugada do dia 14.

O Catão silencia poque está preocupado, também, com a denúncia feita pelos vereadores de São Luis do Paraitinga ao Ministério Público local, sobre sua estranha contratação em 2009.

O Catão da Vila São Geraldo escolhe seus inimigos. Ele sabe a quem deve favores, a sua eleição e o seu emprego (temporário) de vereador. Estes ele poupa, mas na primeira oportunidade os apunhalará, com um sorriso irônico nos lábios para saborear a vingança perfeita, como é de seu feitio.