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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

AOS PADRES "TEQUINHO" E
AOS PASTORES "MALAFAIA"

O fundamentalismo religioso foi uma das marcas desta eleição. Padres e pastores se esmeraram em desconstruir, para usar um termo da moda, a presidenta Dilma Rousseff, que acabou reeleita.

Apostaram na “cegueira” que há anos impõem a seus seguidores para pedir, em nome de Deus, mudança de direção política no Brasil, elegendo o candidato que representava o retrocesso econômico e social e a submissão do país aos grandes capitais mundiais.

Aqui mesmo, neste blog, escrevemos  sobre o fundamentalismo religioso e a política que a igreja no Brasil prega, por ela própria ou por seus representantes políticos.

Papa Francisco concorda com a Teoria do Big Bang, o Deus do Universo
Deus tem coisa mais importante a fazer e não iria se preocupar justamente com o Brasil.

O papa Francisco é progressista, ao contrário dos nossos padres “tequinho” ou pastores “malafaia”.

O portal da Folha de S. Paulo desta terça-feira (28) traz matéria sobre o último pronunciamento do Santo Padre, que aceita a Teoria do Big Bang e afirma que é preciso cuidado ao interpretar o Gênesis:

“Quando lemos sobre a criação no Gênesis, corremos o risco de imaginar que Deus era um mágico com uma varinha capaz de fazer tudo, mas não é isso”, disse.

A matéria completa está no portal da Folha de S. Paulo. 

Particularmente, fico feliz com o discurso papal, pois reforça minha crença que o Deus das religiões cristã (católica e evangélica) inexiste da forma como é pregado, bem como explica, por si só, por que me afastei dos templos religiosos.

Que a (mais) nova lição do papa Francisco sirva de alento para os descrentes (como eu) e para os que frequentam semanalmente  os templos religiosos e não concordam com a pregação distorcida dos “tequinhos” e dos “malafaias” da igreja.

Façam uma boa leitura e (re)pensem sobre o surgimento da Terra e o papel que cabe a cada um de nós em uma sociedade ainda desigual, mas que busca a claridade no fim do túnel.

Não podemos aceitar a supremacia dos ricos sobre os pobres. Há que se viver harmoniosamente para o progresso social do país. Os ricos continuam ricos, mas o pobre diminuem o tamanho e sua indigência social.

A fala do papa Francisco vai nesse sentido. Basta por em prática!