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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

PELEJA DE ORTIZ JR NA JUSTIÇA
GANHA NOVOS “ROUNDS”, MAS
ACABARÁ COM NOCAUTE DO RÉU

Graças à competência de seus advogados, que manejam com maestria as leis eleitorais e encontraram pontos que julgam serem falhos na AIJE 58738 para protelar a posse do substituto legal de Ortiz Junior (PSDB), o tucano continua no cargo.

O TRE-SP encaminhou para Taubaté no dia 13/01 mensagem contendo o inteiro teor da decisão do ministro João Otávio de Noronha (TSE), que concedeu liminar para o tucano permanecer no cargo, conforme anotado na página da AIJE 58738 no TRE-SP:

19/01/2015 15:53
Juntada do documento nº 3.054/2015 - Mensagem nº 2/2015 do Tribunal Superior Eleitoral, cujo inteiro teor foi transmitido à 141ª ZE - Taubaté em 13/01/2015, para providências, com despacho do Presidente de 13/01/2015.

A defesa de Ortiz Junior não quis esperar o resultado final da peleja que trava na corte eleitoral paulista, para livrar Ortiz Junior do nocaute.

O tucano ganhou liminar em ação cautelar, uma medida judicial que antecede a sentença, que é o final do processo. Somente por medida de cautela o TSE manteve a administração pública de Taubaté inalterada.

O DJE publicou, na edição de quinta-feira passada (22/01), despacho do desembargador Mathias Coltro, de 29/12/14, no qual o magistrado nega seguimento “aos recursos especiais interpostos por José Bernardo Ortiz Monteiro Júnior, José Bernardo Ortiz e pela Coligação Taubaté com Tudo de Novo”, como demonstra o DJE abaixo:



O presidente do TRE-SP refuta a tese da defesa de que houve ofensa ao art. 275 do CE, pois não foi apontada nenhuma obscuridade ou omissão causada pelo tribunal no julgamento da AIJE 58738.

Quando os embargos de declaração opostos pela defesa de Ortiz Junior forem a julgamento, o TRE pode muito bem entender que os mesmos foram “manifestamente protelatórios”, conforme o parágrafo 4º do mesmo artigo, e assim o declarar.

A comemoração pela permanência de Ortiz Junior no cargo, com apoio da mídia local, foi mais um embuste tucano na vã tentativa de enganar o eleitor taubateano, que o conduziu ao palácio do Bom Conselho.

Falta só uma instância: o TSE.