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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

LUTA PELO REBAIXAMENTO
DA LINHA AINDA ESTÁ VIVA!


Pouca gente! Mas, cerca de 25 pessoas qualificadas. Do tipo “formadoras de opinião”... Assim podemos definir a composição da galeria que assistiu à audiência sobre mobilidade urbana na Câmara Municipal de Pindamonhangaba.

O ato foi convocado e presidido pelo Secretário de Planejamento de Pindamonhangaba, arquiteto Jorge Ricardo Baruki Samahá. Contou com a presença do vice presidente da Casa, vereador Carlos Eduardo de Moura – Magrão (PPS); representando o Presidente da Câmara, vereador Felipe César. Além dele, os vereadores Roderley Miotto (PSDB); Martim Cesar (DEM); Osvaldo Macedo Negrão – Professor Osvaldo (PMDB); e José Carlos Gomes – Cal (PTB). Também presentes, o Secretário de Obras e Serviços, engenheiro José Antônio Rodrigues Alves – Pexão; e o Secretário de Habitação, Kennedy Flores.

Ponto alto, a exposição do Cidadão Álvaro Staut falando sobre o rebaixamento da linha do trem. Com autoridade de quem já foi secretário municipal de Desenvolvimento, e, que, como diretor da prefeitura, acompanhou todo o projeto, até a aprovação de parceria com o governo federal.

Sinal de alerta é que depois de pagar 400 mil reais pelo detalhamento do plano e de conseguir a parceria, pela qual o governo federal paga a metade de toda a obra, o projeto está a ponto de ser perdido, pois em dezembro de 2014 o governo federal deu prazo de 180 dias para o início da obra ou perda de tudo que foi feito e pago, levando juristas a avaliarem, o que, salvo melhor juízo, pode implicar em prevaricação.

Defensor do projeto aplaudido em primeira hora, o vereador professor Osvaldo apoiou a idéia de Magrão para que se institua comitiva parlamentar que vá a Maringá e depois ao DNIT, em Brasília, até para tentar uma prorrogação a ponto de manter o projeto vivo.

O rebaixamento da linha do trem trará vantagens estéticas, de higiene e de segurança, além de ser muito mais barato do que túneis e pontes, como seria a intenção da administração atual.

Ainda que não seja a opção, dessa vez a prefeitura está encaminhando a mobilidade urbana no "trilho certo". Segue os preceitos da lei Federal nº 12587/12, ainda que seja por mero disfarce de esboço democrático para empurrar mais tarde, sua vontade goela abaixo da população, como é costume.

Uma próxima audiência pública, talvez dissimuladora, está marcada para 12 de março, às 17 horas e 30 minutos, na mesma câmara Municipal, quando se espera número mais convincente de munícipes - apesar do horário impróprio; para pressionar o prefeito a adotar a solução de rebaixamento: mais barata, mais estática, mais segura e mais higiênica. Amém.

Falei e disse!