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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

NÃO FOI ACIDENTE, FOI ATENTADO!

Silvio Prado, professor

A Petrobras, nos últimos meses vem sofrendo um cerco politico-midiático como nunca se viu. Todo dia e toda hora tem denúncias, a maioria nem sempre comprovadas, vazamentos criminosos da Policia Federal, noticiário exaustivo e longo principalmente da Rede Globo, capas com requintes de bandidagem da nojenta revista Veja, juristas inventando argumentos legais para depor a presidente Dilma, orquestração de sindicatos (caminhoneiros) para inviabilizar a vida econômica do pais, convocação para manifestações contra a mesma presidente, enfim, um punhado de iniciativas que parecem deslocadas uma da outra mas que,não tenho dúvida, faz parte de um plano terrorista só: desestabilizar o governo petista através do desgaste provocado pela crise artificial em torno da Petrobras.

Agora,para completar o plano macabro, explode um navio dessa empresa no litoral norte do Espirito Santo com mortos, feridos e desaparecidos. Ora, não me venham falar em acidente ou administração relapsa da maior empresa brasileira, pois o fato,qualquer aluno do ensino médio sabe, lembra muito bem muitos de certos atentados que um dia serviram como a gota d'água para mudar brutalmente o curso da história política de muitos países daquilo que um dia foi chamado de Terceiro Mundo.

Se a conjuntura politica fosse outra, essa hipótese poderia ser considerada absurda. Mas a conjuntura atual é de guerra contra um governo, guerra interna e externa e, em caso de guerra, vale tudo, até mesmo provocar acidentes como o do Espirito Santo. Não se trata de fatalidade. Com certeza, a mão suja da CIA, em conluio com os golpistas brasileiros, acendeu o pavio que provocou essa explosão! Era só o que faltava. Agora, só falta encontrar pelas ruas coxinhas em passeata festejando a tragédia.